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A {UME} se despede após retirar 60.000 toneladas de camalote

A ministra Margarita Robles assiste na terça-feira ao ato de transferência de autoridade. Desde Outubro têm atuado em 30 quilómetros do leito do Guadiana

 

Efectivos de la UME durante as tarefas de retirada do camalote. - S. GARCÍA

EFE badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
17/03/2019

La Unidad Militar de {Emergencias} (UME) porá fim este próxima quarta-feira, 20 de Março, à operação de retirada de camalote do rio Guadiana a seu passo por Badajoz, que tem durado 150 dias, nos que seus efetivos têm retirado mais de 60.000 toneladas desta planta invasiva. La ministra da Defesa, Margarita Robles, tem previsto assistir na próxima terça-feira, dia 19, ao ato de transferência de autoridade e {arriado} de bandeira que se celebrará uma vez finalizados os trabalhos da UME, cujo pessoal regressará a suas unidades onde poderá preparar a próxima campanha de luta contra incêndios florestales.

Desta forma, o Ministério da Defesa põe data de finalização à Operação Ambiental Extremadura, uma vez completadas as missões atribuídas à UME para a extração e controlo treinador do camalote. Esta espécie chegou a afetar a 175 quilómetros do leito fluvial do Guadiana, todos eles na Extremadura e pode provocar, entre outras consequências, problemas na oxigenação da água, afetar gravemente à biodiversidade, interferir nas infraestruturas de regadios ou centrais elétricas ou reduzir as reservas de água ao aumentar a evaporação, segundo informou ontem o Ministério da Defesa numa nota de imprensa. Outro dos motivos pelos que a UME participou nestas trabalhos foi a proximidade da zona afetada com Portugal, com o fim de evitar que o camalote chegasse ao país vizinho/morador, onde se encontra o albufeira de {Alqueva}, o de maior capacidade de toda a União Europeia.

La UME colaborou no plano integral dirigido pela Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG) e coordenado pela Delegação do Governo na Extremadura, onde também participam {Tragsa} e a Universidad de Extremadura.

La colaboração começou o 14 de Outubro de 2018, data desde a que se têm extraído 61.885,6 toneladas de camalote do Guadiana de diferentes zonas que ao todo somam 30 quilómetros de seu leito, uma superfície maior da prevista inicialmente.

Nesta operação participaram por substituições efetivos dos cinco batalhões de Intervención em Emergências da UME, do Regimento de Apoio e Intervención em Emergências e do Batalhão de {Trasmisiones}. Além disso, contou com apoio do Exército de Terra desde o aquartelamento Geral Menacho, base logística do contingente militar, e através da Brigada Extremadura XI com máquinas de engenheiros e efetivos.