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Uma jovem com autismo reclama ajuda para estudar ensino secundário

A Conselheria de Educação responde que «está a estudar o caso». Tem ido a um sala de aula específica, mas não está prevista para ensino não obrigatório

 

{Aridia}, com os seus pais. - S. GARCÍA

A. M. ROMASANTA
01/07/2019

Aridia tem 16 anos, tem terminado Ensino secundário e quer cursar ensino secundário de Ciências para ter a possibilidade de estudar Informática e dedicar-se ao design de videojogos. Esse é seu sono/sonho, pelo que lutou muito e, com ela, sua família. Aridia tem autismo e para poder/conseguir continuar no instituto/liceu de São Roque de Badajoz necessita os recursos de um sala de aula específica de {TEA}, que só/sozinho funciona até Ensino secundário. Sua família iniciou uma campanha de recolha de assinaturas na plataforma {change}.{org} e, até esta noite, tinha reunido mais de 1.900, dirigidas à Secretaria-geral de Educação, que lhes negou a possibilidade de que esta estudante tenha apoio nas classes. Este diário/jornal se tem interessado pelas possibilidades que tem Aridia e a resposta foi que «o caso se está a estudar por parte da Conselheria de Educação e Emprego».

O seu pai, {Teo} Pizarro, explica que solicitaram a continuidade do sala de aula específica que funciona no instituto/liceu de São Roque com seis alunos com {TEA}, com professores de Pedagogia Terapêutica e de Audição e Linguagem, que os apoiam em suas classes ordinárias. Três destes alunos têm terminado Ensino secundário e Aridia quer continuar. O seu pai pôs-se em contacto com a Unidade de Programas Educativos para ver que recursos existem para Ensino secundário e a resposta foi que em Badajoz não se contemplam ajudas concretas. Também não recebeu solução da delegada provincial, pelo que pediu cita/marcação/encontro ao secretário-geral de Educação, que os recebeu em Março. Segundo {Teo} Pizarro, comprometeu-se a facilitar os apoios necessários que fossem sugeridos por um parecer específico de um plantel/elenco de {TEA} e o orientador do centro. Este parecer se fez e recomenda o mesmo recurso para Ensino secundário dando continuidade ao sala de aula. Mas a inspeção tem decidido que não o vê viável porque não o contempla o regulamento.

A este pai lhe surpreenda que em Badajoz não exista este recurso, que sim funciona em Cáceres, do qual se tem beneficiado um aluno. Voltou a escrever ao secretário-geral e não recebeu resposta, mas sim a chamada da inspetora central, dizendole que «o centro tentará apoiar com os recursos que tem e que minha filha vai a estar bem». O problema é que a sala de aula específica de autismo só/sozinho atende a alunos matriculados em ESO. O seu pai se teme que não lhe dão solução porque Educação já previu que três meninos saíam do sala de aula, a única que funciona e em Badajoz e entrem outros três alunos. «O que tem que fazer a Administração é criar mais salas de aula desta tipo», defende.