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O {Seprona} liberta 116 {jilgueros} que se capturaram com artes ilegais

Abandonou três {jaulas} com as aves protegidas ao ver chegar a os agentes. Instrui diligências judiciais ao portador dos pássaros por um delito contra a fauna

 

Dois agentes libertam os {jilgueros} capturados ilegalmente. - GUARDA CIVIL

REDACCIÓN
22/08/2019

A Guardia Civil instruiu diligências judiciais a um vizinho/morador de Badajoz por um delito contra a fauna, depois de/após que agentes de Trânsito de serviço na estrada EX-100, no termo de Badajoz, observassem em atitude suspeita ao ocupante de um veículo estacionado perto de a via. Esta pessoa, ao ver aos guardas abandonou na valeta vários sacos.

Após uma inspeção dos mesmos, os agentes comprovaram que continham três {jaulas} com 116 {jilgueros}, artes de caça ilegais e um reclamo digital, pelo que alertaram às patrulhas de serviços que o intercetaram de imediato na mesma via.

Identificado o condutor, vizinho/morador de Badajoz e com antecedentes por delitos de caça, se inspecionou do turismo, encontrando nele outros elementos para a captura de aves. Pouco/bocado depois, os {jilgueros} capturados foram libertados em seu habitat natural.

Já em dependências oficiais, o {Seprona} instruiu diligências judiciais ao infrator por um delito contra a fauna, utilizando, alegadamente, artes ilegais e reclamos digitais não seletivos e massivos .

«Caçar espécies silvestres com artes ilegais, com procedimentos com carácter não seletivo para as espécies, e massivo por afetar indiscriminadamente a grande quantidade/quantia de aves, são constitutivo de um delito contra a fauna, que pode supor pena de prisão de até dois anos», recordou a Guardia Civil numa nota.

A causa é que tais práticas dizimam as povoações destas espécies, pelo que após a moratória da União Europeia para que as associações {silvestristas} {consiguieran} um {stop} reprodutivo para sua cria em cativeiro até ao 2018, na atualidade não se permite a captura que autorizavam as {CCAA}, segundo a Diretiva 2009/147/CE, conhecida como AVES. As diligências passaram ao Tribunal/réu/julgado de Guarda de Badajoz.