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Sanitários protestam para exigir mais salário e que se respeite seu descanso/intervalo

Quase uma centena de profissionais se concentram perante o hospital e ameaçam com convocar greve. O SES mantém que reconhece a necessidade da revisão e que a leva hoje à mesa sectorial

 

Concentração de sanitários que realizam guardas localizadas, perante o Hospital Universitário de Badajoz. - S. GARCÍA

F. LEÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
08/05/2019

Profesionales sanitários de enfermaria, técnicos de laboratório e de cuidados de enfermaria que realizam guardas localizadas saíram ontem a protestar às portas do Hospital Universitário de Badajoz, para reclamar melhorias laborais e salariais, «com remunerações justas», e que se respeitem as horas precetivas de descanso/intervalo, explicou David Sánchez, porta-voz do coletivo.

«{Reclamamos} que a Administração reconheça nossa lavor/trabalho e que se levem nossas reivindicações à mesa sectorial de Saúde, que se atualizem nossas condições laborais como acontece no resto de serviços de saúde», manifestou Sánchez.

Este coletivo assegura que após quatro meses de negociações com a gerência do Área de Saúde de Badajoz, «não conseguimos alcançar um acordo em firme/assine; teve promessas, nos pediram que {desconvocáramos} o protesto; teve um acordo/compromisso verbal, mas logo essas propostas não se materializaram em factos/feitos», explicou ao porta-voz. E acrescentou que «{quedamos} em que levariam situação à seguinte mesa sectorial; mas teve dois e não se levou». A mesa deve reunir-se hoje.

AGRAVO COMPARATIVO / São entre 80 e 90 profissionais do Hospital de Badajoz que realizam guardas localizadas, conceito/ponto porque o que têm um prémio, mas que « não se computa o tempo trabalhado, apesar de que mesmo temos que unir o tempo de guarda com nossos turnos de trabalho, seguidos/continuados», disse.

Trabalham em serviços como Anatomia Patológica, ou {Inmunología}, entre outros, e denunciaram que «há um agravo comparativo com outros profissionais, de dentro e fora do hospital, com companheiros de Atenção Primária e Especializada, com um desfasamento que consiste em que trabalhamos/trabalhámos numas condições que foram negociadas faz 30 anos».

Explicaram que «Extremadura é a única comunidade que não tem revisto, nem atualizado, nem regularizado sua situação. Estamos como num gaveta de alfaiate, não está preto no branco a regulação destas guardas». Por isso pedem que se lhes equipare com os seus companheiros de Atenção Primária e «acabar com a discriminação entre profissionais do SES»,

17 E 24 HORAS / As guardas localizadas são de 15.00 a 8.00 horas, «17 horas em dias laborais e os feriados, 24», indicaram. «Estamos trabalhando no Serviço de Transplantes, Urgências de Cirurgia Cardíaca e Código Ictus. «Quando nos chamam, {acudimos} imediatamente», disse Sánchez, e incidiu em exigir que se lhes {respecte} o descanso/intervalo de 12 horas entre jornada e jornada, «porque agora só/sozinho se permite se a urgência se prolonga para além de as 2.00 da madrugada».

Além disso, explicaram que «quando estamos localizados e temos que ir ao hospital, logo não se registam as horas trabalhadas no programa de gestão do cômputo de horas do hospital», por isso exigem que se faça, «que fique regulado tudo, do mesmo modo que fizeram com o transporte sanitário».

Assim, o coletivo reclamou que suas reivindicações vão na ordem do dia da mesa sectorial de Saúde que se reunirá hoje. E anunciaram que de não sair adiante, «{incrementaremos} as mobilizações com novas concentrações; {iniciaremos} {paros} progressivos e se nos vemos obrigados, {convocaremos} jornadas de greve».

David Sánchez manifestou que «aos trabalhadores de guardas localizadas nos dá a sensação de que à direção lhe importam muito pouco/bocado os pacientes, o hospital e aqueles que trabalhamos/trabalhámos nele».

O SES, DE ACORDO / Por outro lado, Saúde remeteu a umas declarações do conselheiro, José María Vergeles, nas que reconhece que «é verdade que necessitam uma revisão das retribuições que recebem por essas horas de guarda», e que «sabem que existe o acordo/compromisso do SES de levá-lo à mesa sectorial de Saúde». E insistiu em «que estejam tranquilos os trabalhadores; eu respeito que tomem as medidas de protesto que tenham que fazer à procura de suas melhores condições, mas já receberam o acordo/compromisso por parte da Gerência do Área de Saúde de Badajoz e agora {cristalizará} o acordo onde corresponde, na mesa sectorial».

E acrescentou que, sobre/em relação a o acordo que se alcance sobre/em relação a suas retribuições, «esperamos contar com o concurso das organizações sindicais para reconhecer-lhes estes direitos, porque estamos dispostos a dar-se'ls». Em princípio a mesa sectorial deve reunir-se hoje, às 10.00 horas.