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Parque do Pico

 

ANTONIO GARCÍA SALAS Economista
28/03/2019

Entre os grandes atrativos da Alcazaba destacam suas impressionantes vistas do Guadiana. Desde de manhã assomando's o sol pelas Vegas del Guadiana até à tarde despedindo-se desde Portugal refletindo-se no rio. Nessas vistas nos salienta um espaço que convida à imaginação, e que em verão podemos ver como uma ilha amarela rodeada de rios e estendendo-se até os pés do Forte de São Cristóbal e a Alcazaba. O Pico do Guadiana é um espaço cheio de possibilidades. Certamente alguns preferirão mantê-lo como está.

Outros simplesmente prefeririam que se fizesse uma forestação. Mas postos a pensar num Badajoz do futuro capotado ao rio, esse espaço poderia supor para além de um extraordinário pulmão da cidade um lugar de referência internacional para a celebração de espetáculos e atividades ao ar livre.

Vejo o Pico como um grande parque fluvial singular. Bastaria com a construção de um espaço natural no qual poder/conseguir celebrar concertos. Não estou a falar duma construção de cimento e que se eleve sobre/em relação a a superfície. Não sou um desenhador de infraestruturas nem {pretendo} ter a solução, mas estou convicto de que num concurso, dos que tanto/golo se {estilan} agora, poderiam surgir soluções muito integradas no ambiente natural. Se poderia completar com uma piscina natural com sistemas ecológicos de depuração da água. Não fazem falta muitas mais dotações ou infraestruturas que as sanitárias. Resto de necessidades; árvores, vegetação e acessibilidade desde a estrada de Cáceres.

Chegam as eleições e seria conveniente que a cidade retomasse a imaginação e o {debatesobre} seu futuro. A maioria dos grandes reptos/objetivos da cidade levam décadas prateados: ronda sul, ave, plataforma logística, {campillo}, alcáçova, muralhas, centro histórico, margens do rio, faculdade de medicina, piscina da margem direita, hospital provincial, rua {Prim}, eurocidade ou a autoestrada de Cáceres. Todos projetos que estão mais que assumidos e que temos de gerir sua execução e finalização. Faz falta pôr sobre/em relação a a mesa novos reptos/objetivos {ilusionantes} que tardam anos em ser assumidos pela cidade e encontrar os consensos necessários. Deveriam pôr-se em cima da mesa outros projetos mais para o debate.