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«O Centro Histórico é seguro, mas tem um problema grave de drogas»

 

«O Centro Histórico é seguro, mas tem um problema grave de drogas» - S. GARCÍA

B. C.
11/10/2019

Hace seis anos que pôs-se à frente da Policia Municipal de Badajoz. Tinha 35 anos, menos cãs e muitos objetivos por cumprir em pasta. Chegou à velha {jafatura} de {Montesinos} e se estreou no cargo com a visita da Reina Sofía à cidade. Desde então o corpo municipal tem experimentado importantes mudanças, como o transferência à nova sede de Valdepasillas, a implementação de meios tecnológicos que têm modificado a forma de trabalhamos/trabalhámos e está pendente de incorporar a maior fornada de agentes desde há várias décadas. O {superinendente} Rubén Muñoz, que faz apenas um mês recolheu a Medalha da Extremadura em nome as polícias locais da região, revê as medidas ocasos em marcha e os planos de futuro.

–– ¿Que balanço faz até agora?

–– O balanço desde que {llegué} é muito positivo. {Practicamente} tenho posto em marcha tudo o que me propus, como os controlos de álcool e de drogas, que são uma realidade desde há vários anos. Além disso, se levaram a cabo reordenamentos do trânsito para acabar com problemas {anquiliosados}, como o da feira; temos ganho mais de mil praças/vagas de estacionamento; conseguido que em {Sinforiano} {Madroñero} se deixe de correr com o veículo e que os atropelamentos se tenham reduzido à mínima expressão; e conseguido descer a velocidade de circulação/trânsito em toda a cidade, graças aos diferentes instrumentos técnicos de medição. Também temos estreado a chefatura, se têm renovado praticamente todos os meios técnicos, com bases de dados ou o {videowall}, para uma gestão integral e inteligente do trânsito e se aumentou o número de câmaras na via pública. Além disso, temos ganho em {operatividad} com as diferentes reestruturações do organigrama e se aumentou o pessoal.

–– Com a incorporação de 47 agentes, ¿se resolve o problema de falta de pessoal?

–– Ao todo são 58 agentes mais, porque 11 se têm incorporado entre Janeiro e Julho. A esses temos de somar os 47 que teremos operacionais, alguns em práticas e outros como funcionários de corrida/curso, no 2020. Soluciona em parte o problema porque vêm a substituir a polícias que estavam em segunda atividade, que faziam lavor/trabalho de escritório, mas não de {patrullaje} e estes se incorporam todos ao serviços na rua.

–– ¿Se compensam as reformas?

–– Em Badajoz fizemos os deveres e em Dezembro nos pusemos a trabalhamos/trabalhámos para poder/conseguir cobrir todas as vagas que iam a produzir com as reformas de 2019. Junto a Bilbao, somos a única cidade na qual se convocaram as praças/vagas antes das baixas.

–– ¿Se cumprirá a rátio?

–– A rátio se calcula com polícias operacionais e é certo que em número de plantel/quadro temos uma rátio digna, mas quanto a polícias operacionais não se alcança, embora sim vai-se aumentar porque agora serão todos operacionais.

–– Há dois anos pôs-se em marcha a polícia de proximidade. ¿Que resultado está a dar?

–– É uma das unidades que vai-se a re-estruturar para dotá-la de polícias, tanto/golo em turnos diurnos como noturnos, com uma unidade de apoio pelas noites. Além disso terá um oficial em segunda atividade encarregado especificamente de supervisioná-la e de manter reuniões com associações e outros centros de interesse/juro diariamente, para assim poder/conseguir transmitir as necessidades e organizar o serviço em função das procuras dos cidadãos.

–– Os vizinhos/moradores do Centro Histórico levam tempo denunciando a insegurança na zona. ¿É inseguro o Centro Histórico?

–– O Centro Histórico é seguro, mas tem um problema muito grave, que são as drogas e tudo o que implicam: condutas {incívicas}. consumidores que vão a adquirir seu doses e delitos {conexos} para poder/conseguir {suministrárselas}. O que estamos tentando é solucionar precisamente todas essas condutas para dar mais segurança aos vizinhos/moradores, pelo menos a que eles percebem/recebem, que é a segurança subjetiva. Está a mudar o modelo de pessoas que vão ao Centro Histórico e aumentando os consumidores de heroína, que não são iguais que os de cocaína. Os segundos compram a dose e vão-se embora, mas os primeiros a consomem no lugar onde a compram, com todos os problemas que gera tanto/golo sociais como de índole {delincuencial}. Antes, de cada dez atas que fazia a policia municipal em matéria de estupefacientes nove eram de cocaína frente a uma de heroína e agora estão ao 50%.

–– ¿Que medidas se têm tomado?

–– Estamos tentando erradicar todas essas condutas com uma presença física permanente, porque é a única forma de solucionar-les: ter polícia 24 horas. Agora todos os esforços da Policia Municipal de Badajoz se estão centrando no Centro Histórico. De facto, temos um serviço de {patrullaje} permanente na zona nos três turnos de trabalho todos os dias da semana. E tudo se faz em coordenação com a Polícia Nacional.

––¿A esquadra combina seria a solução?

––Os responsáveis policiais de ambos corpos nos estamos reunindo para dar forma a esse centro e perfilar as unidades que vão a destinar de forma permanente ao Centro Histórico. É uma das soluções. Policia municipal vai a destinar polícias ao Centro Histórico, farão suas funções aí e terão seu ponto de referência bem na subinspeção de {Montesinos} ou na da praça/vaga Alta, em função do centro policial que se determine dos dois.

–– ¿Significará o fecho duma?

––Isso não depende da polícia, é uma decisão política. Nós como técnicos, tanto/golo policia municipal como nacional, faremos uns relatórios com nossas impressões técnicas e depois será um acordo que se fecho de forma política.

––As câmaras de vídeo prever também ajudarão...

{SEnD}–A parte de facilitar o trabalho policial e de reforçar a segurança subjetiva, nas cidades onde estão implantadas, como Pamplona onde estive faz uma semana, está demonstrado que se reduz {exponencialmente} o número de condutas delituosas. Portanto, acreditamos que é bom para Badajoz porque paliará bastante os problemas no Centro Histórico.

––Os vizinhos/moradores têm {echado} em falta colaboração entre a policia municipal e Nacional.

––Sempre tem existido. Há uma colaboração e uma coordenação extraordinária, que é inveja de muitas cidades de Espanha onde não existe.