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Gene zarpa em solitário

O de Badajoz apresenta dois {singles} de seu primeiro trabalho em solitário em 30 anos de corrida/curso: ‘{Let} {in} {shine}’, com letra e música de {Gecko} {Turner}, e uma versão de um tema de {Billy} {Joel} H O disco se chamará ‘Génese’

 

Protagonista 8 Gene García fala de seu primeiro trabalho em solitário, ontem no López de Ayala. - S. GARCÍA

B. C.
08/05/2019

Decía o cantor Gene García ontem que no meio da trovoada os barcos pequenos podem converter-se em grandes e chegar a bom porto. Era um presságio do que pode proporcionarle seu novo projeto musical: Génese, o primeiro disco em solitário do artista de Badajoz em seus 30 anos de corrida/curso. Nas principais plataformas digitais já se podem ouvir os dois primeiros {singles}: {Let} {in} {shine}, com letra e música de {Gecko} {Turner}, e uma versão de {Just} {the} {way} {you} {are}, de {Billy} {Joel}. O resto até completar a dúzia de temas do disco se irão apresentando em pílulas a modo de {singles} ao longo/comprido deste ano. Já tem prontos quatro temas e gravará dois mais com a Orquesta de Extremadura ({Oex}) antes de publicitar o disco (ainda não sabe se em {cedé} ou vinil) no 2020.

Para este estreia em solitário Gene García contou com reconhecidos músicos portugueses como o cubano {afincado} em Lisboa Víctor Zamora, pianista de cabeceira do intérprete português vencedor de Eurovisión Salvador Sobral; o contrabaixista {Cicero} Lê e o bateria {Joel} Silva.

«Quisemos fazer algo elegante, com um som muito {cool} e muito {yankee}», explicou Gene García, que apresentou os primeiros {singles} de Génese no teatro López de Ayala acompanhado pela conselheira de Cultura, {Leire} Igrejas, o produtor do disco, Antonio Vega, e o diretor do teatro, Miguel Murillo.

Embora Gene García não quebra vínculos com aqueles que até agora foram seus companheiros de viagem na música –{Inlavables}, The {Moochers}, a Iberia Big Band ou Os Cinco–, e também não deixará estacionadas suas colaborações com a {Oex} nem sua paixão pela pintura, o cantor decidiu capitanear em solitário seu barco em seu «renascença», como ele mesmo diz, após ter-se submetido a um transplante de rim.

Nesta nave pretende navegar por águas internacionais, para o que já prepara a promoção de Génese em Lisboa, Alemanha ou México, a onde quer levar sua voz em «branco e negro», apesar de estar consciente de o «complicado» que é fazer-se um vazio no mercado estrangeiro. «Sou um devoto do jazz e do blues e desde o respeito tratamento de faz esse tipo de música», reivindicou.

Embora ontem o protagonista era Gene, tanto/golo a conselheira de Cultura como o cantor tiveram palavras de lembrança e reconhecimento para Luis Costillo durante a apresentação. «Luis era um grande amigo, um génio e nos deixou sua arte, seu espírito e sua alma».