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Fiscal e acusação diminuem a 10 anos a pena para o autor dos disparos

Estimam como atenuantes a confissão e a reparação do dano pelo pagamento aos familiares do falecido. Para o outro acusado/arguido, a procuradoria pede 15 anos de prisão e o advogado da família mantém os 20

 

Os dois acusados durante o juízo na Audiência Provincial de Badajoz. - S. GARCÍA

B. C. badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
26/10/2019

La procuradoria e a acusação particular têm diminuído a 10 anos a pena de cadeia solicitada para o autor confesso dos disparos no crime do Cerro de Reyes, Quadro Antonio M. S., um dos dois acusados pela morte de Eugenio González, O Negro, em Abril de 2017. O Ministério Fiscal tinha solicitado inicialmente para ambos 17 anos por homicídio e posse ilícita de armas, acusação esta última que foi retirada ontem, pelo que também reduziu a 15 anos a petição/pedido de condena para o outro acusado/arguido, Luis Francisco R. T, que nega sua participação nos factos/feitos. O advogado da família, que pedia para cada um de 20 anos de prisão por assassinato, mantém esta condena para o segundo.

Ambas partes, segundo explicaram ontem na quarta sessão do juízo celebrado na Audiência de Badajoz, têm tido em conta na diminui da pena para Quadro Antonio M. S. as atenuantes de confissão e de reparação do dano, já que o acusado/arguido está compensando economicamente à família do falecido. O fiscal assegurou em sua exposição que considera provado que ambos atuaram de maneira «combina» e com «intenção de matar», embora não contempla que exista aleivosia nem {ensañamiento}, pelo que manteve sua nota de homicídio.

Pelo contrário, a acusação particular, exercida por Raúl Montaño, defendeu que sim teve aleivosia do {desvalimiento}, porque a vítima «foi rematada» quando já não tinha possibilidade de defesa e {ensañamiento}, pois recebeu vários golpes na cabeça quando já tinha feridas «letais» por arma de fogo no tórax. «Tinha desejo de causar dano à vítima», assegurou.

alegação da defesa / La defesa de Quadro Antonio M. S., a cargo de Enrique Vallejo, destacou a confissão dos factos/feitos por parte de seu cliente e seu «{arrepentimento}», ao passo que afirmou que atuou por «uma reação intuitiva» perante o ataque da vítima, para {defenserse} a sim mesmo e a sua família, «mas sem ânimo de matar». Por isso, pediu que se tenha em conta a {eximente} de estado de necessidade e se lhe absolva, e em caso de que não se contemple esta circunstância de maneira total, sirva de atenuante e se lhe imponham entre 5 e 7,5 anos.

Por seu lado, a defesa de Luis Francisco R. T., exercida por José Duarte, pediu a absolvição deste, ao considerar que não existem provas objetivas que incriminem ao acusado/arguido nestes factos/feitos. Neste sentido, alegou que os testemunhos dos testemunhas tinham sido «fracas», que a maioria dos que assinalavam ao seu cliente eram familiares da vítima. que falavam «de {cuchicheos}» e que o único testemunha direto ao que se referiam as outras partes era o próprio Quadro Antonio, que tratava de implicar a Luis Francisco para diminuir seu condena. Duarte chegou a pedir o veredito de não culpado para Quadro Antonio M. S., pois considerou que atuou pelo medo insuperável ao falecido. «Em Estados Unidos nem sequer se teria sentado no banco», disse.

Na próxima segunda-feira se entregará o objeto do veredito aos membros do júri para que tomem uma decisão.