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Os detidos com 156 quilos de cocaína, em prisão provisória

A procuradoria solicita uma prorrogação de dois anos, até que celebre-se o juízo. Há 4 presos e um livre, pela operação da {Udyco} em 2018 na fronteira

 

Audição de Badajoz. -

F. LEÓN lcb@elperiodico.com LOCALIDAD
11/10/2019

A Secção Primeira da Audiência Provincial de Badajoz celebrou ontem uma vista para decidir sobre/em relação a a possível prorrogação da situação de prisão provisória, em que se encontram quatro dos cinco detidos no quadro duma operação contra o trânsito de estupefacientes, levava a cabo pela Unidade de Drogas e Crime Organizado ({Udyco}) da Esquadra Geral de Polícia Judicial central, de Madrid, em Badajoz.

A operação teve lugar na zona da fronteira {hispanoportuguesa}, em Badajoz, o ano passado 2018, e nela se confiscaram um total de 156 quilos de cocaína e um camião, ao que parece procedentes de Portugal. Também, se estima que o valor da droga {aprehendida} é duns 7 milhões de euros, segundo fontes da Procuradoria provincial.

Os detidos ingressaram no Centro Penitenciário Provincial de Badajoz, por ordem/disposição judicial, após decretar o magistrado prisão provisória. Quatro deles permanecem internados desde há 20 meses e um encontra-se em situação de liberdade com cargos.

A acusação / O fiscal os acusa dos delitos de trânsito de estupefacientes do tipo que causam grave dano à saúde e de pertencer a organização criminoso/criminal. Os acusados são três de nacionalidade polaca, um colombiana e outro espanhola. Solicita, em princípio, penas de 9 anos de prisão para cada um dos acusados.

Acontece que o tope máximo para permanecer em prisão provisória é de dois anos, pelo que a Procuradoria tem solicitado à Audiência provincial uma prorrogação desta situação por um período de outros dois anos, embora se espera que o juízo, que ainda não tem data de celebração, possa ter lugar num prazo não muito prolongado de tempo.

Não obstante, ainda ficam pendente provas que praticar, pelo que o Ministério Fiscal quer assegurar-se que os acusados presos permanecem em prisão até que celebra-se a vista oral por esta causa. Agora deve decidir o tribunal da Sala do Penal se concede a prorrogação.