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Detido pelo assalto duma bomba de gasolina e tentá-lo noutra

Minutos antes de cometer o delito tratou de roubar noutro estabelecimento. O ladrão golpeou ao empregado e consegiu ter a máquina registradora.

 

Agentes da Guardia Civil, na bomba de gasolina onde se perpetrou o assalto, na freguesia de Badajoz de {Gévora}. - GUARDA CIVIL

REDACCIÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
07/11/2019

A Guardia Civil de Badajoz deteve a um vizinho da freguesia de Badajoz de Alcazaba, como alegado autor do roubo com intimidação e violência numa bomba de gasolina do povoado de Gévora, depois de que minutos antes fizera um tentativa frustrada noutra bomba de gasolina da cidade, pois não pôde consegui-lo, segundo fontes da Comando de Badajoz.

Foi até as 22.00 horas do passado domingo quando a Guardia Civil teve conhecimento da tentativa do roubo numa bomba de gasolina de Badajoz, e minutos mais tarde de um roubo com violência e intimidação, perpetrado noutro estabelecimento expendedor de combustível, em Gévora. Em este, o ladrão, levando uma mangueira reforçada, ameaçou e golpeou ao empregado, causando-lhe lesões leves, para apropriar-se da caixa registradora, dando-se à fuga num veículo com as placas de matrículas tapadas com fita.

A Guardia Civil ativou dispositivos de serviço em todas as vias de comunicação e limítrofes com Portugal para a localização e detenção do autor do assalto.

Na inspeção pericial e após as gestões do Plantel/elenco de Polícia Judicial de Montijo, os agentes obtiveram indícios para implicar a um vizinho/morador de Alcazaba, a quem lhe consta um largo historial delituoso, e quem, «supostamente, utilizou seu próprio veículo para perpetrar os roubos».

Com os operacionais estabelecidos no município de residência do suspeito, na segunda-feira passada se lhe localizou e se lhe deteve «como alegado autor do roubo na bomba de gasolina de Gévora e a tentativa noutra de Badajoz», segundo a comando. O detido foi posto, juntamente com as diligências instruidas, a disposição do Tribunal/réu/julgado de Guarda de Badajoz, que decretou seu rendimento em prisão.