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Conta-me alguma coisa que me aconchegue protagoniza um festival solidário

Estão, entre outros, Juan e Ponto, Mágico Chiqui, Willy Wylazo, Monty e Guadiana

 

Presentación, ontem, do festival solidário, no teatro López de Ayala. - ANDRÉS RODRÍGUEZ

EFE lcb@elperiodico.com BADAJOZ
07/11/2019

O teatro López de Ayala de Badajoz acolhe no próximo domingo, 10 de Novembro, às 19.00 horas, um festival solidário a benefício da associação Contame alguma coisa que me aconchegue, dedicada a acompanhar a meninos em cuidados paliativos pediátricos e as suas famílias. O ator Juan y Punto e o Mágico Chiqui serão os professores de cerimónia da gala na qual atuarão o cantor de reggea Willy Wylazo, o pianista Pedro Monty com Guadiana Almena e, após uma intervenção da presidenta da associação, Alicia Chamorro, a gala finalizará com Os Meninos dos Olhos Vermelhos.

Alicia Chamorro e o delegado na Extremadura da associação, Francisco Serrano, expressaram ontem que esperam que este encontro seja uma festa, que os espectadores  divirtao-se porque o seu trabalho é animar aos meninos que estão muito doentes, aos que fica pouco tempo de vida.

O preço das entradas é de 10 euros antecipadas e 12 em bilheteira. Também está disponível um número de conta a nome da associação (2100 1982 81 0200356159) para a Fila 0 e a partir de domingo começará a campanha de sócios.

Um mundo imaginário / Contame alguma coisa que me aconchegue foi criado á dois anos e tem como objetivo inventar um mundo imaginário para os meninos que estão em cuidados paliativos que lhes ajude a evadir-se do sofrimento e da dor. Para isso, elaboram audiocuentos e contos ilustrados juntamente com a família para «dar um tempo de felicidade, um tempo de vida», segundo a presidenta. Chamorro detalhou que chegam às casas dos meninos doentes e lhes perguntam que lhes fazem felizes, seus filmes favoritas, a música ou os brinquedos e que gostariam de ser se fossem protagonistas duma filme, para trabalhar a partir de isso. Para ela não tem preço fazer rir aos meninos quando lhes contam as histórias, que falam de leões numa floresta, uma detetive galática, uma corrida de cavalos ou mais futuristas. Quando finalizam o projeto entregam-lhes um mural grande com ilustrações, o seu conto ilustrado e o conto com audio.

Serrano explicou que em cada projeto participam entre dez e doze pessoas, desde locutores profissionais, musicais ou artistas gráficos. Têm editado 17 contos dos que dois, Toñín, Lana e as Perseidas e Convuelo e os superheróis, foram publicados por desejo das famílias.