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Crispação pela moção de {Vox}

 

25/10/2019

Enquanto todos os informativos nacionais abriam ontem com o transferência dos restos de Franco num dia qualificado como histórico, no Câmara Municipal De Badajoz o único vereador de {Vox}, Alejandro Vélez, conseguiu o protagonismo que pretendia crispando o ambiente do plenário/pleno ordinário no qual incluiu uma moção para condenar e reprovar ao PSOE «sua história criminoso/criminal». Tanto/golo o grupo socialista como Unidas Podemos tinham pedido que se postpusesse e recriminaram ao PP e a {Cs} que não o fizessem. Antes de iniciar/dar início seu debate, já o presidente da Câmara Municipal, Francisco Javier Fragoso, reconheceu que lhe ia custar regular/orientarlo e pediu aos grupos que o ajudassem, bem como anunciou que «no âmbito de minhas competências, será a última moção deste tipo salvo que me obriguem por imperativo legal». Além disso fez um apelo à concórdia da que fizeram gala as anteriores gerações com a Transição.

De «{infamia}» qualificou o conteúdo da moção o porta-voz socialista, Ricardo Cabezas, quem acusou ao PP e {Cs} de manter posturas «um pouco/bocado mornas» ao tratar de impedir que no plenário/pleno não se fale de memória democrática. Como também recriminou a Vélez que pretenda dar lições quando tem uma condena por agredir a um vizinho/morador e tem concorrido a outras eleições em representação de um jogo/partido neonazi. Na mesma linha, {Erika} Cadeias, de Unidas Podemos, expôs que «não vale tudo» e que não se pode pôr a defesa da memória democrática e a «dignidade das vítimas» ao mesmo nível que «um texto {revisionista} cheio de ódio». Porque «o fascismo não se debate, o fascismo se combate», enfatizou. Defendeu igualmente que as pessoas de {Vox} não seria nenhum problema sem o PP e {Cs}, que conseguiram que saia donde estava «escondida». O porta-voz de {Cs}, Ignacio Gragera, insistiu em que não têm capacidade para que a moção não fosse a plenário/pleno. Relativamente a seu conteúdo, disse que como «aconteceu faz 80 anos, connosco que não se conte». Seu grupo votou contra, enquanto o PP absteve-se e nem sequer participou no debate. Isso sim, Fragoso respondeu a Cabezas que dele não ia a admitir lições de liberdade ou democracia, «nem uma».