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Coletivos cívicos urgem à Junta a criação do Consórcio Monumental

{Fragoso} confia em que saia adiante e diz que «o importante é o que diga o presidente e a Junta». Cabeças, que se reunirá com Vara, afirma que trabalha «para que o tenha», e insta a reconsiderar o votado

 

Público nos veladores da praça/vaga Alta, com a Torre {Espantaperros} ao fundo. - ANDRÉS RODRÍGUEZ

F. LEÓN badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
23/11/2019

Colectivos cidadãos como {SOS} Centro Histórico, Amigos de Badajoz, ou a Associação Cívica criticaram o voto contra do PSOE na Comissão de Cultura e Turismo da Assembleia a impulsionar o Consórcio do Centro Histórico de Badajoz, com Câmara Municipal, assembleia provincial e Governo central e Junta; e urgieron a esta e às outras administrações sua criação. O «não» foi a uma proposta do grupo popular que apoiaram Unidas Podemos e Ciudadanos.

Coincidiram as associações em que a negativa socialista chama a atenção «porque apoiou na Câmara Municipal uma declaração instando às demais administrações a constituir o consórcio», e «porque está em seu programa».

«Teremos que ser os coletivos de Badajoz os que dêmos uma resposta combina à classe política do que realmente {demandamos}», assinalou Amigos de Badajoz.

A Cívica, como as demais associações, criticou os argumentos do PSOE para votar não, ao dizer «que não seria eficiente para conseguir os objetivos procurados e a má gestão dos fundos para a recuperação do ambiente monumental por parte da Câmara Municipal», E disse que é «uma mostra mais do desprezo do governo regional à cidade».

{SOS} Centro Histórico expressou seu «deceção, raiva e tristeza» e indicou que «nenhum deputado com telefone de última geração conhece melhor que nós nossas necessidades; ninguém melhor que nós para faz política». E que «face ao consórcio que nos negam» propõe «o da sociedade civil, o da pessoas que ama a este bairro».

{FRAGOSO} E O PP / Para o PP, a situação «evidencia a descoordenação e deslealdade dos socialistas em Mérida até a cidade maior da região». E acrescentou que «não são coerentes porque o prometeram em seu programa municipal». Se uniram às críticas {Cs} e Badajoz Adiante.

Não obstante, o presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso, manifestou que «não me preocupa o que diga o PSOE na Assembleia, o importante é o que digam a Junta e o presidente». Considerou que «é decisão de governo, não de parlamento; o consórcio não se cria/acredite por lei, se não por acordo do Conselho de Governo. E estou convencido de que aí o cenário será diferente».

Fragoso afirmou que está convencido de que o voto contra do PSOE, «é mais fruto do debate político que de um resultado real do qual estou convencido que o vamos a conseguir entre todos». E de que «com o presidente da junta, o da assembleia provincial e o Governo de Espanha, no fim vamos a partilhar o repto/objetivo de reabilitar o ambiente histórico, com nosso Centro Histórico».

O PP, {Cs} e os coletivos cidadãos assinalaram que Mérida tem seu consórcio desde 2015 e Cáceres desde 2013, e «não se entende que Badajoz, com 153.000 habitantes e um imponente património cultural, não o tenha».

Ignacio Gragera, porta-voz de {Cs} e do governo, disse que não entendia «a motivação que levou ao PSOE a votar contra algo que é realmente maioritário em Badajoz», e acrescentou que «temos a mão estendida».

Também Badajoz Adiante «exige» ao PSOE a criação do Consórcio do Centro Histórico. E incidiu em que «Vara se nega a constituir o consórcio, que é vital para o futuro da nossa cidade e condena aos 10.000 vizinhos/moradores do Centro Histórico à {marginación} com desculpas absurdas».

CABEÇAS E O PSOE / Por seu lado, o porta-voz socialista, Ricardo Cebezas, assegurou que o PSOE «quer um consórcio com futuro, onde se definam que atuações se têm que acometer e que problemas temos de solucionar para mimar o centro histórico e seu património». Acrescentou que «temos de madurar cada passo e fazer uma proposta séria, algo que o tripartido não fez, só/sozinho pede e o faz sem {madurarlo}. Temos de fazer um projeto sério a uma realidade demolidora».

Cabeças disse que não tem »dúvida de que a Junta de Guillermo cumprirá com Badajoz, como sempre fez, como conhecido é que com Monago na Junta jamais se o propôs o presidente da Câmara Municipal».

Além disso, pediu ao tripartido «que trabalhe e deixe o património fuera da confrontação política». E indicou que «o consórcio é necessário pela incapacidade do PP para pôr o bairro ao dia». Disse que não admite «o não como resposta», pediu «que se reconsidere o votado na Assembleia» e anunciou que em breve se reunirá com o presidente Vara.