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Classe de {esquila} na alcáçova

150 escolares têm conhecido as técnicas para tosquiar ovelhas e o processo de transformação da {lana} através de uma atividade organizada pela Conselheria de Agricultura e o Museu Arqueológico

 

Curiosidade 8 Os alunos observam como se {esquila} uma ovelha, ontem. - S. GARCÍA

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
09/05/2019

La maioria deles presenciavam pela primeira vez {cÓmo} se {esquila} uma ovelha. Olhavam com curiosidade e muitos temiam pelo dano que pudesse sofrer o animal. Mas Manuel Márquez, {esquilador} de Cheles, encarregado da demonstração sabia perfeitamente o que se trazia entre mãos. Alunos de colégio Santo Ángel de Badajoz, divididos em dois grupos, participaram ontem na quinta edição da {Esquila} Didática, que organizam a Conselheria de Ambiente e Rural , Políticas Agrárias e Território, através do {Censyra}, e o Museu Arqueológico Provincial. La atividade se repetirá hoje e amanhã e ao todo assistirão 150 escolares de Primária.

Primeiro viram como retira-se o {vellón} com tesouras a uma ovelha {merina} –uma prática quase residual– e depois, com máquina elétrica –o método mais comum–. La seguinte parte da atividade teve lugar no interior do museu, onde os alunos receberam explicações dos diferentes processos pelos que passa {lana} desde que se extrai o {vellón} até que se converte numa pegue de vestir. Após estas noções, segundo explicou {Ylanda} {Manzanedo}, pedagoga do Arqueológico, os participantes visitaram as salas com peças relacionadas com os trabalhos de tecidos ao longo/comprido das diferentes civilizações, para terminar com um pequeno oficina prático de {hilado} com {husos} romanos.

Esta iniciativa, segundo {Félix} Rubio, veterinário do {Censyra}, a tem como objetivo que os mais pequenos conheçam a importância da produção agropecuária, a transumância e o processo de transformação da {lana}. «É um ofício que não pode desaparecer, porque é uma atividade zootécnica imprescindível, pois não se pode deixar a estes animais com um cobertor de {lana} a 40 graus ao sol. É necessário pelo bem-estar do próprio animal e para aproveitar a {lana}», explicou.

Na região se calcula que há uns 3,5 milhões de cabeças de ovelhas de raça {merina} ou que procedem deste tronco, cujas {lanas} já eram apreciadas na época romana. «Na Extremadura somos ponteiros, pois são originárias dos vales entre o Guadalquivir e o Guadiana», destacou Rubio.