+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O Centro Histórico reúne a 39 artistas em torno de Portugal

Cabeças valoriza a diversidade criativa e a experiência da Eurocidade. A exposição se inaugurou na sexta-feira passada e se poderá ver até ao 11 de Maio

 

Ato de inauguração da exposição de Artistas do Centro Histórico dedicada a Portugal. - ASSEMBLEIA PROVINCIAL/SANTI RODRÍGUEZ

El público visita a mostra, na sala Vaquero Poblador, da assembleia provincial. - ASSEMBLEIA PROVINCIAL/SANTI RODRÍGUEZ

REDACCIÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
15/04/2019

La Asociación de Vecinos del {Casco} {Antiguo} ha vuelto a reunir a los artistas que viven o trabajan en el barrio, 39 nesta ocasião, que expõem seus trabalhos na sala Vaquero Poblador, da Diputación de Badajoz, e centram-se num tema: Portugal, através da pintura, fotografia, escultura, {collage} e instalações.

Organizada e {comisariada} pela associação de vizinhos, a exposição aglutina por ocasião das festas patronais a 39 artistas relacionados dalgum modo a zona intramuros da cidade. E expõem obras de pintura, fotografia, escultura, {collage} e instalações, refletindo a diversidade do Centro Histórico e, por extensão, da cidade.

Vários dos artistas são já reconhecidos e avalizados pela crítica, enquanto outros, mais jovens, procuram seu sítio no mundo do Arte. Neste ano se propôs Portugal como tema, tratando de compor uma visão {panorámica} do que o país vizinho/morador transmite, sugere e evoca. El resultado pode ver-se na mostra que permanecerá aberta até ao 11 de Maio.

No ato inaugural intervieram Ricardo Cabezas, deputado do Área de Cultura, Juventude e Bem-estar Social da Diputación de Badajoz; Javier Fuentes, presidente da Asociación de Vecinos do Centro Histórico de Badajoz; e José María Soriano, comissário da exposição.

Cabezas manifestou tratar-se duma mostra «muito esperada, que nos surpreende e adoramos pela qualidade de as suas propostas e pela diversidade e a singularidade das conceções artísticas das que poderemos usufruir».

Além disso, salva a fronteira política e «qualquer distância física ou mental que esta pudesse comportar/implicar», acrescentou o deputado, «podemos apresentar-nos com toda seriedade e rigor, a criação de um modelo de Eurocidade sobre/em relação a a experiência cada dia mais constatável e quotidiana de boa vizinhança, de confiança e acordo/compromisso mútuos, de intercâmbios económicos e culturais e de dinamismo social».