+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Badajoz não esquece seus {asedios}

Uma visita guiada recorda aos soldados que deram a vida pela cidade

 

Visita guiada 8 Carlos Sánchez Rubio, ontem, com os participantes. - A. M. R.

A. M. R. BADAJOZ
07/04/2019

O 6 de Abril de 1812 terminou o quarto e último assedio que em só/sozinho dois anos sofreu Badajoz. A cidade tinha sido cercada pelo exército {anglo}-português baixo/sob/debaixo de o comando de {Wellesley}. 3.000 soldados morreram em poucas horas. Foi um dos episódios mais sangrentos da Guerra da Independência e Badajoz se negava a relembrarlo porque foi devastador. Mas como dizia ontem Carlos Sánchez Rubio, «sem o lembrança perdemos nossas raízes».

Sánchez Rubio foi o encarregado de guiar uma visita organizada pela Pelouro de Turismo denominada Dia do Lembrança, em colaboração com a Associação Histórico Militar Alfonso IX. A intenção dos organizadores é instituir neste dia como uma forma de {recordar} não só/sozinho este último assedio mas a todos os soldados que morreram defendendo ou tentando conquistar a cidade e aos vizinhos/moradores que sofreram as consequências. A visita partiu da terreno amplo da Biblioteca da Extremadura. Assistiram uma trintena de visitantes que conheceram os cenários do assalto de 1812 no ordem/disposição inverso dos factos/feitos: primeiro a torre de Santa María onde pôs-se a bandeira de Badajoz {Day}, saíram até o exterior por onde escalaram os soldados a muralha, desceram até ao parque da Legião, a galeria de {Fusileros}, o baluarte de São Pedro, o da Trinidad, onde abriram-se as brechas principais, para terminar com uma oferenda floral no parque dos Sítios. Flores para não esquecer.