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27 de 107 denúncias apresentadas concluem que há acosso escolar

Os centros ativam o protocolo em cada caso para investigar e informam à Procuradoria de Menores. Piedade {Álvarez} recorda que temos de respeitar os direitos de todos os escolares implicados

 

Um menino, só/sozinho num quarto de banho. - EL PERIÓDICO

F. LEÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
15/04/2019

Acosso escolar é quando um aluno ou aluna recebe contínuo e deliberado maltrato verbal, físico ou psicológico por um ou vários companheiros, que comportam-se cruelmente com o objeto de submetê-lo, {apocarlo}, assustá-lo e ameaçarlo atentando contra sua dignidade», Esta é a definição de acosso escolar à que se {atienen} a administração educativa e os centros escolares quando lhes chega uma denúncia e devem dar início os protocolos estabelecidos para iniciar/dar início a consequente investigação, Do resultado da mesma se deriva se houve ou não acosso escolar e se assim fosse, de que tipo.

«Felizmente, este protocolo não se ativa todos os dias, mas se faz quando há uma denúncia, porque embora só/sozinho seja um caso é muito importante e deve ser tido em conta», manifestou a este diário/jornal Piedade {Álvarez}, delegada de Educação em Badajoz. E acrescentou que «os casos que se denunciam e terminam por constatar-se que são acosso escolar são muito poucos, mas suficientemente importante para que tenhamos posto em marcha um protocolo que antes não existia, pelo que os centros conhecem as ações que devem realizar para determinar, perante uma denúncia, se há ou não acosso escolar».

DOIS CASOS / Assim, após uma denúncia apresentada pelos pais duma aluna de 16 anos da escola Virgem de Guadalupe, a comissão encarregada de investigar se teve ou não acosso escolar, e depois de/após entrevistar a alunos e professores, concluiu que não se davam os requisitos. Assim se informou à Inspeção e se transferiu à Procuradoria de Menores,.

Outra denúncia dos pais de um menor de 10 anos por acosso, acontecido na escola Os Salesianos, de Badajoz, chegou ao Tribunal/réu/julgado de Menores em 2017, que condenou ao menino acossador e ao centro, do qual o juiz assinalou que «tem existido uma clara culpa {in} vigiando, sem que se {adoptara} alguma medida de vigilância, controlo ou seguimento», e sem que caiba alegar «que o protocolo de acosso escolar se põe em marcha quando há denúncia, e não se tinha posto nenhuma, pois isto vai para além de uma mera formalidade». Estes são dois casos com diferentes repercussões.

DADOS / Do mesmo modo, segundo dados da Delegação de Educação, no curso 2017/2018 se apresentaram 106 denúncias, 67 por acosso e 39 por ciberacosso, na província, das que se concluiu que sim teve em 27: 16 de acosso e 11 de ciberacosso.

Além disso, segundo o Observatório da Convivência Escolaridade na Extremadura, no curso 2016/2017 teve 175 denúncias nos à volta de 800 centros educativos da região -498 na província de Badajoz- , que concluíram em 55 casos (31,4%): 41 de acosso e 14 de ciberacosso. E no curso passado foram 188, que derivaram em 38 casos: 27 de acosso e 11 de ciberacosso (20%), 11,5 pontos menos que o anterior.

DIREITOS DOS MENORES / Tanto/golo a diretora da escola Guadalupe, Antonia María Meléndez, como a delegada de Educação, precisaram que temos de apurar a veracidade dos factos/feitos sem deixar de respeitar os direitos de todos os implicados, sobretudo ao tratar-se de menores de idade.

No caso de ativar o protocolo, o centro fala com os pais da família queixosa e com os do menor denunciado, e informa à Inspeção e Delegação de Educação e à Procuradoria de Menores; se cria/acredite uma comissão investigadora e se estabelecem medidas preventivas para proteger à possível vítima.

Assim, a comissão se entrevista com o professorado responsável da tutoria dos dois escolares, e se entrevista aos professores, aos alunos, e estabelece, segundo os parâmetros dos protocolos, se teve ou não acosso ou ciberacosso, resolução da que se informa à administração educativa e à Procuradoria de Menores.

Do mesmo modo, a conselheira de Educação, Esther Gutiérrez, manifestou a raiz do último caso seu «respeito absoluto» pela decisão da comissão investigadora e assinalou que «temos de combater desde dentro qualquer anomalia na convivência escolaridade».