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Um programa ajuda à população cigana a melhorar sua inserção laboral

Permitirá obter o regulado a pessoas adultas e realizar práticas em empresas. O desemprego neste coletivo costuma duplicar a taxa da população geral

 

Membros da Fundação Secretariado Cigano da Extremadura presentes na apresentação do programa. - R.C.

RODRIGO CABEZAS epalmendralejo@gmail.com ALMENDRALEJO
08/04/2019

Ajudar à população cigana a que melhore a sua formação académica e sua imagem em seu ambiente sócio-laboral são dois dos grandes objetivos que persegue o programa de inserção sócio-laboral Porta de Emprego para a Comunidade Cigana Extremenha 2019-2020 que apresentou na semana passada a Fundação Secretariado Cigano nas instalações do Centro de Inovação de Almendralejo e que espera beneficiar a mais de 300 ciganos, especialmente a jovens e mulheres, durante os dois próximos anos.

Este plano, que está financiado com fundos europeus, pôs-se em marcha paralelamente em Almendralejo e Navalmoral. De facto, a fundação trabalhará pela primeira vez na capital de Terra de Lamas depois de/após implantar-se na região em 2000.

Para impulsionar esta inclusão da população cigana no âmbito laboral se porá em marcha um conjunto/clube de medidas no âmbito da formação, o regresso educativo e a melhoria da imagem social.

Por enquanto, a Fundação Secretariado Cigano está a fazer um diagnóstico laboral da zona para desenhar logo as atividades a desenvolver, embora já se sabe que organizarão cursos de formação específicos sobre/em relação a as matérias que as empresas demandem para fazer o que se conhece como trabalhadores à carta. Também trabalharão no âmbito do regresso educativo com a possibilidade de criar uma escola para os adultos que não têm podido aceder ao regulado em ESO, «algo que, em definitiva e em muitas ocasiões, é uma grande dificuldade para aceder ao mercado laboral», indicou María Teresa Suárez, coordenadora regional da fundação, que conta com uma orientadora laboral que assessorará aos participantes do programa sobre/em relação a suas opções de emprego ao passo que e se tentará coordenar com as empresas a possibilidade de fazer práticas não laborais num ambiente laboral. «Isto é a melhor forma de que as empresas conheçam a estes trabalhadores e {luchemos} contra os estereótipos preestabelecidos», disse.

Algumas cifras/ Suárez reconheceu além disso que a taxa de desemprego dentro da população cigana costuma duplicar a média geral da população e assinalou que três de cada dez jovens que têm de obter o regulado em ESO não o conseguem, embora graças a um dos programas que têm posto em marcha conhecido como Promove têm conseguido melhorar esta cifra.

A Fundação Secretariado Cigano tem outro objetivo básico geral que é lutar contra a imagem que tem a população cigana no ambiente laboral. «São estereótipos muito arcaicos nos que vinculam à pessoa cigana com uma figura marginal ou artista e daí não saímos. Em Almendralejo, por exemplo, há uma população cigana muito diversa e que não pode circunscrever-se a uma série de etiquetas ou estereótipos», precisou María Teresa Suárez.

No ato de apresentação do programa, para além de María Teresa Suárez, estiveram a vereadora de Atenção Social, {Arantxa} Jiménez Rama; e o representante da Direção Geral de Políticas Sociais, Infância e Família da Junta, Francisco Javier Flete Morán.