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A associação {TDHA} denúncia a falta sensibilidade de «alguns» professores

Tem organizado uma convivência o dia 27 para dar-lhe visibilidade a estes transtornos. Considera que há docentes que não seguem/continuam os protocolos que marca Educação

 

{Inmaculada} {Gómez} e Ana Macías explicam, ontem, o problema que sofrem desde a associação {TDAH}. - R.CABEÇAS

RODRIGO CABEZAS
24/10/2019

A Associação de Familiares e Afetados por Défice de Atenção com e sem Hiperatividade e Transtornos associados Terra de Lamas ({TDHA}), que trabalha com meninos de Almendralejo e região, tem levantado a voz para denunciar a falta de sensibilidade de «alguns» docentes que não fazem cumprir os protocolos de atuação em classe para tratar os meninos que padecem este tipo de transtornos, embora não precisaram quais são.

«A alguns docentes não lhes fica claro que significa o {TDAH}. Eu sou educadora social e se tenho que tratar a alunos com estes transtornos me {empapo} do que é. Os docentes devem formar-se para atender a alunos com diversidade. Há docentes pouco/bocado motivadores e conhecedores disto e assim é mais difícil. Entre nós, não há pai que diga que a seus filhos os atendem bem nos centros educativos. O protocolo educativo não se está cumprindo», denúncia {Inmaculada} {Gómez}, presidenta de {TDAH} Terra de Lamas.

O citado coletivo agrupa a umas 38 famílias com filhos que sofrem algum tipo de transtorno de défice de atenção. A desesperança se multiplica quando enfrentam a etapa educativa porque consideram que não há «rotinas normalizadas» para tratar-los de maneira especial.

«Temos avançado algo, mas não com a qualidade que {merecemos}. Os meninos vão crescendo e nos falta ver mais melhorias», diz Ana Macías, secretária da associação. {Inmaculada} {Gómez} vai mais além: «A função de um docente não é só/sozinho limitar-se a dar o {tocho}, mas facilitar a educação aos alunos e formá-los como pessoas de proveito. Temos que dar a voz de alarma porque não se está cumprindo e nós o que fazemos aqui é pôr-nos em nome de todos os pais que {representamos}», sublinhou.

Visibilidade/ Argumentam desde o coletivo {TDAH} Terra de Lamas que «como são meninos que aparentemente não parecem ter nenhum problema, não é visível o que têm. E ao não ser visível, parece que também não o é para os demais», explicaram ambas.

Desde a associação não descartam contactar com a conselheria de Educação da Junta para informar-lhes desta situação instando-la a que adote as medidas necessárias para que estes protocolos se cumpram.

Atualmente, o coletivo prepara o dia mundial do {TDAH} que será o dia 27 de Outubro. Para esse jornada se iluminará de cor o teatro Carolina Coronado e há prevista uma convivência entre todas as famílias da associação no Palácio do Vinho.

A associação recebe ajudas da Junta e Diputación de Badajoz para vários programas como um oficina de psicoterapia musical e outro de habilidades sociais. Os meninos também praticam xadrez terapêutico com a Fundação {Ruy} López e classes de robótica para melhorar a atenção sustentada, a destreza e a memória.