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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 16 de janeiro de 2018

O substituição geracional, problema ao que se enfrenta Arroyo do Campo

Também há dificuldades com os proprietários que não são agricultores. A mesa de trabalho acorda alargar aos Quintos a recolhida de vontade de rega

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com DON BENITO
13/12/2017

 

A Mesa de Trabalho de Regadio de Arroyo do Campo, liderada pela Conselheria de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território, acordou ontem numa reunião celebrada em Don Benito alargar a recolhida de vontades de rega à concentração {parcelaria} dos Quintos, que afetaria em torno de 1.600 e 1.900 hectares de dita zona.

Assim o sublinhou o secretário-geral de Desenvolvimento Rural e Território, Manuel Mejías, quem recordou que o projeto de Arroyo do Campo tinha duas fases: uma primeira que afeta exclusivamente ao triângulo Don Benito, Villanueva e A Fava, o que é conhecido como concentração {parcelaria} de Arroyo do Campo, e uma segunda de alargamento à zona dos Quintos.

Na primeira se estão recolhendo vontades de rega, onde se estão registando algumas dificuldades, já que alguns proprietários não são agricultores, mas também se dão casos de agricultores que não têm substituição geracional e não consideraram conveniente a assinatura dessas vontades de rega para que este regador {saliera} adiante.

Não obstante, o secretário-geral tem indicado que hoje se têm recolhido em torno do 50% da superfície de vontades de rega. «Estamos a falar de algo mais de 2.000 hectares» e frente a essa situação de um 50% que afeta somente à zona {parcelaria} de Arroyo do Campo, a mesa de trabalho decidiu alargar a recolhida de vontades de rega à concentração {parcelaria} dos Quintos.

O ESCLARECIMENTO / Mejías sublinhou que se decidiu tentar tirar este projeto adiante com uma única fase de execução, que estaria afetando às dois concentrações {parcelarias} e por isso nos próximos meses se recolherão as vontades de rega dos Quintos. «Isso nos vai a permitir {dimensionar} o projeto numa realidade muito melhor, porque temos de dizer que o anteprojeto contemplava a rede primária para regar as duas fases e neste caso, uma vez recolhida as vontades de rega das duas concentrações {parcelarias} sim {dimensionaría} essa rede primária de acordo com as vontades de rega recolhidas», acrescentou o secretário-geral de Desenvolvimento Rural.

Para o Governo autonómico «a política de regadio é uma política estratégica, dado que Extremadura conta com capacidade de albufeira de água suficiente», manifestou Manuel Mejías.

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