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Os oncologistas da nova equipa/do novo equipamento são itinerantes, dizem os médicos

Sustentam que só/sozinho oferece a metade da cobertura do qual tinha com anterioridade. Culpam às autoridades sanitárias de gestão inadequada das carências

 

Membros da associação de médicos em defesa da saúde pública de Dom Benito-Villanueva. - R. FAVA

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com DON BENITO
17/01/2020

A associação de médicos em defesa da saúde pública expôs ontem numa carta aberta ao vice-presidente segundo e conselheiro de Saúde, José María Vergeles, que a equipa oncológica apresentada na quarta-feira no Hospital Dom Benito-Villanueva está formado por profissionais itinerantes e não é equiparável em cobertura ao que tinha com anterioridade à crise sanitária resignada/sofrida pelo área.

Os médicos desta associação dizem alegrar-se da «reabilitação» duma secção com a importância e repercussão social que tem a oncologia neste hospital e na área de saúde e «são de agradecer suas desculpas e o esforço por tentar reparar as carências dos últimos meses», lhe dizem ao conselheiro.

Não obstante precisam que a situação gerada e resignada/sofrida durante o último ano e meio em dito serviço foi produto duma gestão «inadequada» por parte das autoridades sanitárias responsáveis. «O serviço de oncologia contava com quatro facultativos a tempo inteiro e com enraizamento na zona. Independentemente de sua legitimidade, receberam a negativa mais rotunda a todas e cada uma das procuras que apresentaram antes de sua fuga, petições/pedidos que 18 meses depois se têm concedido sem inconveniente (como a criação duma secção e chefatura própria para a Oncologia) a bombo e pratinho», afirmam.

Além disso indicam que «a atual plantel/quadro do serviço de Oncologia é definida como uma plantel/quadro de cinco facultativos vinculados sem explicar em que consiste essa vinculação e com isto poderia entender-se que são da plantel/quadro do hospital quando na verdade não é assim e não cobre, em absoluto, a assistência emprestada antes da crise (há quatro facultativos itinerantes que só/sozinho cobrem dez jornadas laborais semanais face às vinte de antes com quatro facultativos a tempo inteiro e tudo isso se {equiparamos} tardes com jornadas de sete horas matinais».

A associação de médicos solicita ao conselheiro uma análise exaustivo da realidade da área e em consequência, uma resposta urgentíssima a suas necessidades. «Admitir que a cobertura atual da plantel/quadro do hospital (96%) é a adequada resulta um pouco/bocado otimista e afastado da necessidade atual. Nos {emplazamos} a uma futura reunião, com predisposição a colaborar com o desenvolvimento do Plano Diretor. Tão só {aspiramos} a evitar que esta população continue sendo a eterna esquecida da saúde regional», salienta.