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Investigam a um vizinho de Hernán Cortés por caça com artes proibidas

A Guardia Civil interveio um total de 115 batotas, algumas ocultas no seu carro

 

Batotas/logros intervindas pela Guardia Civil. - GUARDA CIVIL

REDACCIÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com DON BENITO
24/01/2020

Agentes da Guardia Civil de Orellana la Vieja e da equipa do Seprona de Badajoz têm instruído diligências judiciais por delitos contra a fauna e caça ilegal a um vizinho/morador de Hernán Cortés, ao que surpreenderam caçando com artes proibidas.

Guardas rurais de campo de Castuera comunicaram aos agentes da Guardia Civil que numa quinta do município de Badajoz de Navalvillar de Pela se encontrava uma pessoa supostamente caçando ilegalmente.

Transferidos os agentes ao lugar dos factos/feitos, identificaram a um vizinho/morador de Hernán Cortés, com antecedentes por delitos relativos à proteção da fauna e a caça ilegal.

Após sua identificação e inspeção da zona, lhe intervieram um total de 115 batotas/logros conhecidas como de costela, grande parte delas colocadas e dispostas para seu uso, e outras ocultas camufladas num dobro fundo praticado no motor de seu veículo.

Além disso, se lhe intervieram 39 sacos de {raticida}, algumas situadas junto às batotas/logros ativas, com as que acabava de {capturar} e dar morte a vinte e um exemplares de aves silvestres, algumas delas protegidas e incluídas no lista de espécies silvestres em Regime de Proteção Especial, bem como no Catálogo Regional de Espécies Ameaçadas na Extremadura. Os práticos deste tipo de artes se expõem a penas de até dois anos de prisão. Agora a Guardia Civil investiga se o destino final destas aves era o comércio clandestino.

As diligências foram ocasos a disposição dos Tribunais/réus/julgados de Instrução de Villanueva.