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El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

O Francisco Valdés se reafirma em sua alegação pela imprensa de qualidade

A jornalista galega {Tereixa} {Constela} se alta com o máximo galardão. Diego González e Fátima Uribarri foram merecedores de {sendos} {accésits}

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com DON BENITO
10/06/2018

 

A Câmara Municipal de Don Benito tem elevado outro ano mais ao prémio Francisco Valdés à categoria/escalão de bastião do jornalismo de qualidade; um jornalismo de qualidade em perigo de extinção, devorado pelas novas formas de consumo de informação em formatos digitais. «Procurem o jornalismo de qualidade; ainda há {islotes} de qualidade no jornalismo», eram as palavras de {Tereixa} {Constela}, no seu discurso nada mais receber/acolher na noite de sexta-feira o máximo galardão que a acreditava como vencedora da {vigesimoprimera} edição do certame nacional de imprensa.

A jornalista galega, com o artigo intitulado Intimidades de {Arturo} {Barea}, publicado no diário/jornal El País, se adjudicou um prémio de 5.000 euros, que é a quantia estabelecida para esta modalidade A, principal do certame. Por sua vez, Diego González Pérez, com o artigo Poesia em {braguetas}, e {Fatima} Uribarri Bilbao, com O grande amor de Glória Fortes foram merecedores de {sendos} {accésits} de mil euros cada um.

Na modalidade B, destinada a trabalhos de alunos universitários, o júri outorgou o prémio Francisco Valdés a {Deborah} Pérez Marrodan , que se impôs às outras três obras que chegavam como finalistas. Fê-lo com o artigo Coisas de meninos, da Universidade de {Sevilla}.

A esta {vigésimoprimera} edição do prémio Francisco Valdés se tinham apresentado um total de 168 trabalhos jornalísticos na modalidade A (opinião, reportagens, crónicas, editoriais) e 14 na modalidade B (estudantes universitários de jornalismo e comunicação).

Na gala estavam presentes os finalistas deste ano na modalidade A e os finalistas da modalidade B. O júri esteve formado pelo presidente, Juan Ignacio Gallardo, diretor do diário/jornal desportivo Marca; o secretário e representante da Comissão leitora, {Dámaso} {Giráldez}, catedrático de Língua; e os vocalismos {Charo} Careca, diretora de Canal Extremadura Rádio; {Fabián} {Vázquez}, chefe de Informativos da Cadena Cope na Extremadura; e Cristóbal González Montilla, vencedor do Prémio Francisco Valdés 2017.

AUTORIDADES / O ato contou com a assistência da porta-voz regional da Junta de Extremadura, Isabel Gil Rosiña, para além do presidente da Câmara Municipal anfitrião, José Luis Quintana, entre outras autoridades. A velada cultural foi animada pelo grupo {Misty} Jazz com a voz de Silvia Valadés. O jornalista Pepe Oneto, vencedor da primeira edição do Prémio Santiago Castelo, surpreendeu ao público assistente com uma conferência sobre/em relação a o momento atual dos meios de comunicação. «Não há histórias novas e bem contadas», disse Oneto com certo {poso} de resignação numa intervenção na qual salientou que «na atualidade temos a leitores desinformados pelo excesso de informação».

O prémio Francisco Valdés, com o aval que representam os 168 trabalhos apresentados neste ano, se {rebela}, embora seja como esse «{islote} de qualidade», em forma de alegação contra os argumentos esgrimidos por Oneto em sua conferência como um «maridagem perfeito entre jornalismo e literatura», segundo destacava Juan Ignacio Gallardo.

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