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O Cristo deixará de dar infantil e primária e terá outro uso educativo

Com capacidade para 450 meninos, só/sozinho tem 53, que têm outros dois muito perto. Os alunos e os professores serão recolocados noutros colégios da cidade

 

Gallardo e Rodríguez de la Cruz, ontem em conferência de imprensa. - R. FAVA

RAÚL HABA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com VILLANUEVA DE LA SERENA
28/02/2020

A escola público O Cristo, em Villanueva de la Serena, deixará de dar educação pre-escolar e primária e passará a ter outros usos educativos, segundo anunciaram ontem o secretário-geral de Educação, Rafael Rodríguez de la Cruz, e o presidente da Câmara Municipal Miguel Ángel Gallardo, que confirmaram que esta medida far-se-á efetiva no fim deste curso.

Da Cruz justificou esta decisão argumentando que este colégio tem ido perdendo alunos ao longo/comprido dos anos, até ao ponto de dispor na atualidade de só/sozinho 53 escolares, quando tem capacidade para 450 meninos.

Também assinalou que a Administração tinha que atuar de alguma maneira para, sobretudo, propiciar um ambiente normalizado de escolaridade e integração para os alunos. Desta forma, a partir do próximo curso, os menores de O {Cristoserán} escolarizados nos outros centros de infantil e primária , nos que há à volta de 155 vagas.

Com esse mudança, partilharão salas de aula com mais meninos de sua idade, e o pessoal docente se irá a outras colégios da localidade.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, O Cristo se construiu com a melhor intenção, mas a localização se calhar não foi a mais adequada, com outros dois centros a escassa distância (Santiago Apóstol e Cruz do Rio) e numa zona que posteriormente não foi a de maior/velho desenvolvimento urbanístico da população.

Em relação, apontou que «oxalá a escola tivesse {ruedines} e se pudesse transferir à zona da avenida dos Desportos, onde só/sozinho está o Virgem do Pilar e se necessitam praças/vagas».

Mesmo diz que quando ia a construir o instituto/liceu Porta da Serena, em 2001, se considerou já a possibilidade de {reconvertirlo} no terceiro instituto/liceu de Villanueva.

Gallardo disse também que a Câmara Municipal e a Conselheria de Educação estão a trabalhar «da mão» para que O Cristo volte a adquirir vida com outros usos educativos já no próximo curso, para o que continuará pertencendo à Junta.

O presidente da Câmara Municipal também aproveitou para agradecer «a sensibilidade da conselheira» ao tomar esta decisão que, segundo afirmou, é uma decisão partilhada fruto duma reflexão de muito tempo».

Miguel Ángel Gallardo explicou que a diminuição de registos automóveis e que a escola se tenha convertido num colégio «estigmatizado» é o que levou à decisão de fechá-lo, já que devido a «esse estigma, não se conseguiu aumentar os registos automóveis apesar da grande lavor/trabalho realizada pelos docentes».

Não iam a fechar colégios / Após conhecer-se a notícia, o sindicatos CSIF e CCOO manifestaram ontem sua oposição/concurso público ao fecho da escola recordando que a Junta assinalou faz só/sozinho uns dias que não iam a fechar-se colégios na região, tal como publicou este jornal o 17 de Fevereiro.

CSIF considera o fecho «um ataque à ensino público» na Extremadura e estima que deve prevalecer a manutenção das unidades públicas, ao passo que confia em que desde/a partir de a conselheria se reverta esta situação e que o centro siga/continue aberto o próximo curso 2020-21.

Em parecidos termos expressou-se CCOO, que mostra sua estranheza porque não lhes informassem na mesa de negociação das planteis/quadros, celebrada o 23 de Janeiro, sobre a situação pela que atravessa este centralismo e de facto se ofereceram dois vagas pelo concurso de transferências.