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Trump declara o estado de emergência em EUA

O mandatário assume a gravidade da situação mas diz: «Isto passará». Se libertam 50.000 milhões de dólares para ajudar a governos estatais

 

Trump cumprimenta com o cotovelo a {Greenstein}, alto responsável de Saúde. - AP / {EVAN} {VUCCI}

IDOYA NOAIN
14/03/2020

O presidente de Estados Unidos, Donald Trump, declarou ontem a emergência nacional pelo coronavirus. Na prática, a medida anunciada supõe a libertação de até 50.000 milhões de dólares de ajuda federal para que fluam aos governos estatais e locais, aos que o Governo de Washington poderia custear até ao 75% das despesas em questões como pagamentos a trabalhadores de emergência, provas e fornecimentos médicos e vacinas.

O anúncio da emergência nacional, «dois palavras muito grandes» segundo Trump, se produziu numa conferência de imprensa na Roseiral da Casa Branca, onde rodeado doutras autoridades e representantes empresariais, o mandatário também anunciou outras medidas.

Entre elas, o alargamento da autoridade do secretário de Saúde, Alex Azar, para que possa suspender temporariamente regulações para dar mais flexibilidade a médicos e hospitais para «que façam o que queiram, o que tenham que fazer». «{Urjo} a cada estado a que estabeleça imediatamente centros de operações de emergência», afirmou o presidente.

Outro dos focos de seu anúncio, após semanas de críticas e pressão pelos problemas na aprovação e distribuição de provas para diagnosticar o coronavirus em EUA, foi prometer um impulso nesse terreno. Horas depois de/após que sua Administração anunciasse várias medidas, o presidente assegurou que esperam ter meio milhão de provas adicionais a princípios da semana que vem e cinco milhões num mês.

Durante a conferência de imprensa se apresentou, por exemplo, um plano desenvolvido com Google para fazer um questionário on line que ajude a determinar se se necessita realizar-se a prova e de indicações de como fazê-lo facilmente em caso de que seja necessário, embora o presidente insistiu em que não toda a gente se as deve realizar. «Não queremos que se as faça toda a gente, só/sozinho os que têm determinados sintomas», disse Trump. Por enquanto no país há 1.920 casos confirmados e 41 mortes registadas mas as autoridades sanitárias públicas só/sozinho têm realizado 13.000 testes.

A comparência de ontem foi a primeira onde Trump tem assumido a gravidade da situação dentro de seu próprio país. Não obstante insistiu em a sua mensagem de que «isto passará».