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Queda/redução histórica da saco/sacola/bolsa

O {Ibex} 35 perde um 14,06% após as medidas adotadas pelo banco central. Wall Street cai o 10%, a maior/velho queda/redução desde/a partir de a crise de 1998

 

MAX JIMÉNEZ BOTÍAS
13/03/2020

Queda/redução histórica das sacos. A decisão do Banco Central Europeu (BCE) de aumentar a liquidez no mercado não conseguiu provocar a recuperação dos índices. Mais bem ao contrário/pelo contrário/ao invés, por sua insuficiência para os investidores. O {Ibex} 35 perdeu ontem o 14,06%, a maior/velho queda/redução diária da história do índice. O tremendo trambolhão se produziu depois de/após conhecer-se o {manguerazo} de 120.000 milhões anunciado pelo supervisor europeu. A descida superou as perdas de 12% registadas o 24 de Junho de 2016 após o {referendum} pelo {brexit}.

O mercado espanhol iniciou a sessão de ontem com um queda de mais de 6%, pelo que perdeu os 7.000 pontos à primeira hora da sessão. Ao fecho, não repousou tão longe de os 5.956 pontos registados no 2012, o mínimo registado pela saco/sacola/bolsa espanhol desde/a partir de 1997. De igual forma, o resto de {parquets} europeus que já reagiram com fortes quedas na abertura intensificaram as perdas após conhecer-se as medidas adotadas pelo comité que presidem Christine Lagarde.

Os indicadores continentais se deixaram ao uníssono mais de 10% de seu valor. Destacou o afundamento do índice de Milão ( de -16,9%). Um balanço para a jornada que não recordavam nem os operadores com mais cãs.

NOVA PARALISAÇÃO / Também a saco/sacola/bolsa de Wall Street fechou com outro grande trambolhão soado: perdeu o 10%, a maior/velho queda/redução desde/a partir de 1987. O mercado começou a sessão com um queda de 7%, o que obrigou a suspender a sessão durante 15 minutos, tal como marca o protocolo.

Os principais indicadores do {parquet} nova-iorquino se precipitaram até perdidas de mais de um 8% pouco/bocado depois. A queda/redução se moderou quando A Reserva Federal de Nueva York anunciou medidas extraordinárias para acalmar os ânimos. Ofereceu para essa mesma jornada uma operação de {recompra} ({repo}) de três meses de duração por um total de 500.000 milhões de dólares (446.378 milhões de euros). Além disso realizará hoy outra operação {repo} por outros 500.000 milhões com uma duração de três meses, e uma terceira pela mesma quantia mas por um mês.

Não serviu de muito, como previamente aconteceu na Europa, onde os peritos consideraram que as medidas do Banco Central {Eeuropeo} se ficaram curtas para o que exige a pandemia.

«O BCE necessitava dar um sinal de tranquilidade e não o fez; manteve no 0% e no -0,5% os tipos de facilidade de depósito. Enquanto esta medida estava descontada pelo mercado, a atenção estava centrada nas medidas adicionais de estímulos monetários», comentou Javier Molina, de {eToro}. Medidas que, em todo o caso, não tomou.

«Se produziram dois medidas certas e um erro na decisão», comentou Paul Diggle, economista de {Aberdeen} {Standard} {Investments}. «Os êxitos se referem ao aumento do programa de liquidez e o novo programa {TLTRO}-III. O erro tem a ver com que não se produziu uma diminui na facilidade de depósitos principal, o que resulta uma deceção face às expectativas do mercado, e envia o sinal de que o próprio BCE pensa que está no fim do caminho no corte das taxas de juro», acrescentou.

MAL ARRANQUE, MAL FINAL/ O mal arranque na Europa se produziu depois de/após que Wall Street vivesse a véspera outra jornada de pânico que culminou com uma descida de 6%. Donald Trump, anunciou a suspensão dos voos desde/a partir de Europa até EUA para tentar travar o surto vírico, o que penalizou especialmente aos valores relacionados com o turismo. IAG, o grupo no qual se englobam Iberia, {Vueling} ou British Airways registou um queda de mais de 16%. No {DAX} de {Fráncfort}, {Lufthansa} perdeu mais do 14,27%. De igual forma o sector bancário foi maltratado pelos investidores, com perdas que superaram o 15%.