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El Periódico Extremadura | Domingo, 26 de janeiro de 2020

«¿Para menina ou para menino? Para jogar»

Extremadura soma-se à iniciativa para eliminar a publicidade sexista no marketing infantil natalício. Algumas lojas oferecem catálogos diferentes e as Câmaras Municipais de Cáceres e Mérida lançam uma campanha

ROCÍO SÁNCHEZ RODRÍGUEZ region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
08/12/2019

 

Dice que há clientes aos que mesmo lhes incomodam algumas imagens de seu catálogo de Natal. Embora são os menos. Também tem ouvido, por exemplo, detrás do balcão: «Minha neta me disse que quer uma caixa de ferramentas, mas eu me nego». E muitos seguem/continuam perguntando por brinquedos para meninas ou para meninos. «Continua muito presente essa distinção. Fica muito por fazer ainda, embora já temos aberto caminho», assegura. Quem se expressa é Andrés Ávila, à frente de {Toy} {Planet}, uma das escassas lojas infantis na Extremadura (é uma franquia a nível nacional) que apostam numa publicidade não sexista em seu marketing para os presentes de Reis. Começaram faz sete anos e cada vez há mais imagens dentro desse catálogo natalício que advogam por quebrar com os tradicionais {roles} de género.

Ávila leva 30 anos «vendendo ilusão/motivação», como ele define seu estreitamente, e tem visto a evolução desde/a partir de primeira fila. «Alguns têm já muito interiorizado a mudança e o agradecem. Vêem como algo natural que um menino jogue com pulsos e uma menina com carros/automóveis». Outros ainda não.

Também explica Ávila a mudança na maneira de atender dos dependentes: «Não podem perguntar se o brinquedo é para jovem ou para jovem. Só/sozinho para que idade e de que tipo».

¿QUE SIGNIFICA? / ¿Que implica que a publicidade não seja sexista? Neste caso, que se empreguem fotografias de meninas com um camião, com dinossauros ou com um {kit} de {mécanica}, ou de meninos com bonecos aos que temos de dar-lhes de comer, ou divertindo-se com a clássica cozinha em miniatura ou o carrinho de compras.

São conceitos/pontos diferentes que ajudam a eliminar imposições desde/a partir de a infância, como por exemplo que os cuidados recaiam sempre em mãos femininas.

PRESENTES DE REIS / O périplo pelos armazéns à procura de presentes para a Natal e o dia de Reis começou. É a época na qual as {jugueterías} fazem seu Agosto. Por isso desde/a partir de as Câmaras Municipais de Cáceres e Mérida quiseram aproveitar o contexto para lançar sendas campanhas que ajudem a quebrar com os estereótipos sexistas.

Desde/a partir de o Consistório cacerenho têm intitulado esta iniciativa como «¿Azul ou Rosa? Que mais dá. Os brinquedos não têm género. Não se o {pongas} tu». Foi um estreitamente conjunto/clube das pelouros de Assuntos Sociais, Educação, Mulher, Infância, Igualdade e {LGTBI}.

Se têm distribuído uma centena de cartazes em colégios e estabelecimentos comerciais, estes também aparecem em autocarros e ecrãs digitais repartidos pela cidade, e se têm difundido os contidos pelas redes sociais. Também se informou aos empresários do sector.

Por seu lado, na capital emeritense é o terceiro ano que se põe em marcha esta atividade que nesta ocasião têm chamado ‘Joga em igualdade’. «O jogo é livre e espontâneo. Não há brinquedos de meninas ou de meninos. {Evitemos} que se transmita esta ideia», é o principal argumento que defendem.

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