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Madrid fecha tudo menos os súper, farmácias e tabacarias

 

MANUEL VILASERÓ MADRID
14/03/2020

Nem um bar nem um restaurante pode permanecer aberto na Comunidade de Madrid desde/a partir de a meia-noite de ontem. Assim o decidiu o Executivo regional numa reunião extraordinária na qual se acordou permitir tão somente a abertura de supermercados, comércios de alimentação, farmácias e outros serviços de primeira necessidade como «bombas de gasolina, tabacarias e quiosques».

No comunicado se especifica que também deverão fechar todos os cinemas, discotecas, salas de concertos, teatros, salas de jogo, casinos, zoológicos, parques de atrações, ginásios, bares de taças, ginásios, recintos desportivos fechados, locais específicos de apostas e salas recriativas. Somente ficará a opção de passear pela rua ou encerrar-se em casa.

As medidas estarão vigentes, por enquanto, até ao próximo dia 26 e se têm tomado para «facilitar o distanciamento social perante o risco extraordinário para a saúde». No dia anterior, os responsáveis da comunidade já tinham pedido à população que ficasse na sua casa sempre que fora possível mas muitos bares e terraços seguiam/continuavam concorridos.

O presidente da Câmara Municipal de Madrid, José Luis Martínez-Almeida, não descartou o confinamento da cidade, pois considera que seria «irresponsável» dizer que não se contemplam todos os cenários: «não podemos dizer que se vá a aplicar de forma imediata nem descartar que se vá a aplicar».

Os juízos mais mediáticos que se estavam celebrando estes dias ou que iam a começar nas próximas semanas ficam suspendidos pela ordem/disposição do Conselho Geral do Poder Judicial (CGPJ) de cancelar toda a atividade na Comunidade de Madrid pela pandemia de coronavirus. Isto inclui, entre outras, as vistas orais contra o maior/velho dos Polícia catalã d’{Esquadra}, Josep Lluís Trapero; o comissário reformado José Manuel Villarejo; a contratação da trama {Gürtel} para a visita do Papa a Valência; e a excúpula de {Pescanova}.