Menú

El Periódico Extremadura | Domingo, 17 de novembro de 2019

Jaén denúncia o «estado de abandono» do hospital de Coria

Adverte que as políticas de Sánchez «só/sozinho garantem os cortes». Propõe «usar os genéricos para reduzir as listas de espera»

REDACCIÓN
07/11/2019

 

O candidato de Unidas Podemos ao Congresso dos Deputados pela província de Cáceres, Álvaro Jaén, denunciou ontem o «penoso estado» no qual encontra-se o hospital de Coria e apostou em o uso dos medicamentos genéricos para reduzir as listas de espera «sem que a ninguém lhe falte sua medicina».

Jaén visitou este centralismo sanitário da província cacerenha acompanhado do número dois na lista à Câmara Baixa, Antonio Moreno. O candidato da formação {morada} assinalou que em Coria «há deficiências {clamorosas} em matéria sanitária porque não têm praticamente especialistas, o que provoca umas listas de espera insuportáveis», se lamentou.

No seu entender, estas poderiam reduzir-se «de forma respeitada se tivesse vontade política». Mas sublinha que «não a há».

«Há dois anos nos {reunimos} com o presidente Guillermo Fernández Vara e com o conselheiro de Saúde José María Vergeles para que fizessem extensivo o uso de genéricos, de tal maneira que, sem que a ninguém lhe faltasse seu medicamento, se destinassem 40 milhões de euros, que hoje vão às farmacêuticas, para contratar especialistas», explicou.

O candidato detalhou igualmente que Unidas Podemos leva em seu programa eleitoral recuperar o investimento em matéria sanitária do ano 2009, «mas também apostar em o uso de genéricos para destinar mais recursos aos profissionais sanitários, que vemos que vão da Extremadura porque se lhes paga muito mau», recordou.

Álvaro Jaén também participou noutro ato de campanha na localidade cacerenha de Miajadas, Encontros com as pessoas, onde quis advertir que «as políticas económicas que apresenta o candidato socialista à Presidência, Pedro Sánchez, o único de garantem são cortes».

«Temos mais claro que nunca que devemos subir o salário mínimo e derrogar as reformas laborais porque na Extremadura há uma taxa de pobreza selvagem», incidiu.

As notícias mais...