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O coronavirus abre a porta a um novo cenário político no país

Pedro Sánchez pede aprovar já os Orçamentos e Cs mostra-se disposto. {Quim} Torra aceita participar na conferência de presidentes

 

O presidente, ontem, em seu conferência de imprensa por videoconferência. - EFE / MONCLOA

I. MÁRMOL / J. RUIZ SIERRA epextremadura@elperiodico.com MADRID
13/03/2020

La legislatura voltou ao quilómetro zero ontem, como se os alicerces do mapa político construído na investidura fossem assolados por uma pandemia de coronavirus que tudo o muda e que abre a porta a uma nova lógica de forças, a um novo código. Pedro Sánchez parecia ser bem consciente desse novo cenário quando compareceu em sua hora mais difícil como presidente, determinado a transmitir que o país superará esta crise por dura que seja. Não {despejó} horizontes, não descartou medidas mais drásticas. Nem a lei de segurança nacional que reclama o PP nem o Estado de alarma que quer Vox. Mas deu a entender que as consequências económicas serão graves e pediu à oposição/concurso público que apoie uns Orçamentos Gerais do Estado «extrasociais» para proteger aos mais afetados.

Fez o apelo umas horas depois de/após que Cs se mostrasse disposto a apoiar as contas públicas, o que faria desnecessário o apoio de ERC, quase um sono/sonho para Sánchez: adeus ao cordão sanitário dos laranjas e adeus ao depender da agenda independentista. No cúmulo do inesperado, pressionado pelo impacto social do coronavirus, {Quim} Torra confirmou que se sentará, pela primeira vez, com os presidentes autonómicos, embora seja em formato virtual, para abordar a crise.

La sensação de {excepcionalidad} se tem {adueñado} do país, da política, e inclusivamente da comparência do próprio Sánchez. Teve que levá-la a cabo na sala de imprensa da Moncloa esvaziada de jornalistas pelos rigores da prevenção. As perguntas chegaram por escrito/documento e vídeo, algo que lhe permitiu {surfear} questões comprometidas.

¿Adaptará seus Orçamentos para obter o apoio da oposição/concurso público? «O Governo pediu ao Parlamento que permita tramitar uns Orçamentos que, se antes eram necessários, agora som mais necessários que nunca. Têm que ser extrasociais pelas consequências no Estado do bem-estar, para proteger às vítimas», disse, para confirmar que «nas próximas semanas» pedirá aos grupos que apoiem as contas públicas num momento crítico para o país.

Não disse até onde estava disposto a mover-se para conseguir o aval. No entanto, o leque possibilismo de somas mudou. Até agora Sánchez dependia da abstenção dos 13 deputados de ERC. Ontem, {Inés} Encostadas ofereceu seus dez deputados para apoiar um projeto de emergência, com 10.000 milhões para o coronavirus e sem subir impostos.

PRÉ-CAMPANHA BASCA E GALEGA / A Sánchez lhe sairiam as contas. Está por ver quanto aperta a crise do coronavirus ao resto de partidos e até onde afeta o tempo morto na Galiza e Euskadi: por enquanto se suspende a pré-campanha e não está claro que se possam celebrar as eleições de 5 de Abril.

La chave catalã também varia. Torra tem acedido a participar pela primeira vez num fórum multilateral, com o resto de seu homólogos e Sánchez, amanhã. La reunião será por videoconferência e com o {president} presente pela grave situação, mas é de grande simbolismo.

Na considera política entram medidas mais drásticas. Pablo Casado considera insuficiente a reação. Pede que se aplique a lei de segurança nacional para que o Governo exerça o «comando único» e Sánchez coxa «o touro pelos cornos». Vox vai mais além. «¡Decrete o estado de alarma e ponha todos os recursos a deter a pandemia!», exige Santiago Abascal, desde/a partir de Twitter.

O Governo sabe que numa crise desta magnitude a unidade pontua e a bronca política diminui, de modo que Sánchez evitou toda confrontação e descartou que tenha desencontros com o Executivo de Isabel Díaz-Ayuso, como o PP vem deslizando. «Não contemplo nenhuma discrepância com o Governo autonómico. La coordenação está a ser muito positiva, franca e animadora», concluiu o presidente.