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El Periódico Extremadura | Domingo, 19 de janeiro de 2020

«Com o jogo {asentamos} muitas bases emotivos»

ASUNCIÓN LEAL VICENTE&{lt};b&{gt}; &{lt};/b&{gt};Psicóloga perita em Igualdade. Mérida

R. SÁNCHEZ
08/12/2019

 

É a psicóloga da escritório de Igualdade de Mérida. Seu estreitamente não está diretamente relacionado com os meninos, mas sim com como os {roles} de género afetam ao comportamento e são, em muitas ocasiões, a base da desigualdade. Asunción Leal Vicente analisa as mensagens que estes dias através da publicidade se enviam aos menores. E quais são suas consequências.

-Jogar se considera outra maneira de educar, ¿não?

-Quando se fala da desigualdade se incide muito, e cada vez mais, no tema educativo. E o jogo é um dos elementos {socializadores} mais potentes que tem o ser humano. Não se trata de uma educação transmissora de conhecimentos, mas transmissora de vivências. O jogo é um veículo de aprendizagem rotunda onde se assintam muitas bases emotivos, isso não se nos tem que esquecer. Essas bases depois as trabalhamos/trabalhámos ao longo/comprido da vida e posteriormente podem mudar, mas nos meninos se assintam umas bases emotivos sólidas e são as que abrem o leque de possibilidades na vida da pessoa.

-¿Quer dizer que se só/sozinho {fomentamos} uma parte, com brinquedos só/sozinho de menina ou de criança, perdemos a outra parte?

-O brinquedo em si não é mais que um instrumento, mas determina muitas vezes o jogo, o qual põe em marcha processos cognitivos, afetivos, sociais e {motrices}. E um só/sozinho jogo não dá todos esses processos. ¿Qual é a consequência? Que o potencial que temos só/sozinho se desenvolve por uma parte, que vai crescendo muito, enquanto a outra vai-se ficando em mínimos. Por isso não se recomenda demarcar na hora de escolher o tipo de brinquedo em função do género.

-Um exemplo seria...

-Por exemplo se às meninas, por ser meninas, se lhes associa que joguem com bonecos aos que temos de dar-lhes de comer, mudar o fralda... nessa altura o que desenvolvem muito é a parte dos cuidados. O que implica que essa parte potenciada não responde a uma questão biológica, mas aprendida.

-¿Os catálogos de brinquedos seguem/continuam fomentando os {roles} de género nos menores?

-Na maioria dos casos sim. Os seres humanos {aprendemos} por modelos muito mais do que pensamos. Eu vejo um anúncio de um menino que escolhe um determinado brinquedo e eu {aprendo} desse modelo.

-¿Nessa altura essa publicação segue/continua fomentando a desigualdade?

-Sim porque é um elemento de segregação, de separação, que {deseduca}. Desde/a partir de os próprios fabricantes até os catálogos com cores determinadas para as páginas de meninas e meninos. O vemos por toda a parte. Não obstante, temos avançado, já há muitíssimo estreitamente facto/feito e não é difícil levá-lo a cabo.

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