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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

1.300 pessoas convivem na região com o VIH


01/12/2019

 

Segundo os últimos dados da Rede de Vigilância Epidemiológica da Extremadura se estima que existem na região umas 1.300 pessoas que vivem com o VIH. Um 78% são homens e o 22% mulheres e do total de casos, a metade alcançaram já a fase de Sida.

A progressão da infeção por VIH até a doença do Sida se tem ido controlando com a passagem do tempo, graças ao desenvolvimento dos tratamentos anti-retrovirais, que permitiram que o avanço da infeção se tenha detido de forma significativa a partir de 1996 e também que a mortalidade associada à infeção se tenha reduzido. Embora não existe uma cura, esses novos fármacos sim permitem controlar a evolução da infeção por VIH, impedindo que avanço e portanto que se acelere o enfraquecimento do sistema imune e possam aparecer outras doenças associadas que podem pôr em perigo a vida do doente.

Sexo sem proteção

Junto à revolução que supuseram os novos tratamentos faz e mais de 20 anos, as campanhas de sensibilização e prevenção e a extensão das provas para detetar a doença, detiveram na última década o aparecimento de novos casos. Se estima que aparecem uns 40 casos novos cada ano, e se acolhem por enquanto com cautela os 19 novos casos que atira a estatística do ano passado menos da metade que o ano anterior e a cifra mais baixa dos últimos cinco anos.

El sexo é a prática de risco que constitui a principal via de transmissão das novas infeções. Num 43% dos novos casos detetados a via de transmissão foi sexual, tanto/golo em relações heterosexuais como homossexuais sem proteção.

Cada ano, dez pessoas com VIH chegam à fase de Sida e entre 14 e 15 pessoas falecem pela doença na Extremadura.

Como se deteta

A deteção precoce é uma ferramenta essencial no tratamento e controlo da infeção. Quase a metade dos diagnósticos na região chegam em fases iniciais nas que ainda não têm parecido sintomas. Mas há um 11% de diagnósticos que se produzem quando a infeção já tem evoluído a Sida.

A prova que permite detetar se uma pessoa se tem infetado pelo VIH se pode realizar no SES, pedindo cita/marcação/encontro com o médico de família, que solicitará uma mostra de sangue. Fuera do sistema sanitário público se pode realizar também no programa que o SES tem subsidiado ao comité Antisida ({CAEX}), em seus dois sedes em Cáceres ou em Badajoz (pedindo cita/marcação/encontro no telefone 927226143). A Fundação Triângulo tem em marcha também um projeto para proporcionar a prova em zonas rurais.

VIH não é Sida

Estendem a confundir-se, mas VIH e Sida não são sinónimos, pelo que ter VIH não significa ter Sida, esclarecem no Comité Antisida da Extremadura ({CAEX}). A diferença entre ambos é importante. Estar infetado pelo VIH significa que o vírus tem entrado no organismo e tem começado a estender-se e tem desenvolver-se. A Sida é um conjunto/clube de sintomas que aparecem quando a imunodeficiência que provoca o VIH já é muito acusada e proliferam portanto outras doenças. Dentro da progressão da infeção, se considera que o Sida é a etapa mais grave. r. c.

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