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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

«Temos resgatado a essência de cada uma»

INÉS ÁLVAREZ
01/03/2020

 

Paula Usero (Valência, 1991) volta a dar vida a {Luisita} (Amar é para sempre) nos 6 episódios de 8 minutos de #{Luimelia} em {Atresplayer} {Premium}.

–¿Como recebeu a proposta? Embora não lhes surpreenderia, visto o êxito que tem tido ‘fenómeno #{Luimelia}’.

–Nos disseram que tinha um 50% de possibilidades de que {saliera} muito bem e um 50% de que não gostasse nada. Quando foi quase o 100%, {flipamos} com o resultado.

–As redes sociais se voltaram loucas com estes personagens.

–Sim, o seguimento é brutal. Nos chegam mensagens e cartas desde/a partir de Japão, Taiwan, de países de {Suramérica}… É uma verdadeira loucura.

–¿E que lhes dizem?

–Muitas pessoas se identifica com esta história de amor entre mulheres. Dizem que se sintam/sentam no sofá cada tarde a ver Amar é para sempre, porque é costume familiar, e que se sentem identificadas com {nosotras}. Em meu caso, com {Luisita}. Porque têm o mesmo conflito e lhes {das} as ferramentas para falar com suas famílias e contar-lhes que lhes está passando precisamente isso.

–¿Pessoas jovem, se calhar?

–E também pessoas mais adulta que nos dizem que levam toda a vida tentando contar-lhes a os seus pais que som assim. E como {entras} cada dia em suas casas, o partilham com eles. Lhe põem palavras a esses sentimentos que não se atreviam a mostrar para não defraudar-lhes.

–‘#{Luimelia}’ decorre noutro contexto diferente ao de ‘Amar…’

–Sim. A série está totalmente tirada de contexto. Não têm nada a ver com {Luisita} e {Amelia}. Somos as mesmas atrizes, os mesmos personagens, mas noutro contexto histórico, social, político... Vestem diferente, não se conhecem, estão no 2020… É bonito, porque se conta desde/a partir de zero. E não há nada que tenha que ver como referência de lugar.

–¿Sua personalidade é a mesma?

Temos tentado resgatar a essência de cada uma. Mas seu comportamento é diferente. A protagonista de #{Luimelia} é parecida à {Luisita} de 1977 em ‘Amar…’ mas não é a mesma.

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