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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

«Sou mais vergonhosa do que as pessoas acredita»

MARISA DE DIOS
04/08/2019

 

Os últimos meses não foram nada fáceis para {Terelu} Campos, depois de/após enfrentar-se a uma dobro {mastectomía}, de abandonar {Sálvame} entre lágrimas e do desgosto pelos comentários de seus excompanheiros pela venda de seu casa. Mas agora, já recuperada, está usufruindo das boas críticas recebidas por seu papel de Bárbara Valentona, a ditatorial chefe de {Magüi} (Belén Cuesta) na terceira época da comédia de {Netflix} Paquita Salas. «Filmar a série foi um chute de saúde, de moral e de energia», reconhece.

—Seu aparecimento foi a grande surpresa do final da segunda época de ‘Paquita Salas’. ¿Esperava estar na terceira?

—Os {Javis} me escreveram para dizer-me que estavam escrevendo um papel para mim. Pensei que seria como a outra vez, que teria uma {frasecita} ou dois, mas quando vi que saía em dois capítulos... Não é que me sentisse lisonjeada, mas o seguinte. Logo me deu medo e pensava: ¡{Ay} Deus meu, vamos ver se não o vou a fazer bem! Porque sou muito mais vergonhosa do que as pessoas se imagina, e muito perfecionista.

—As críticas foram boas. As pessoas tem visto a Bárbara e não a {Terelu}.

—Ainda estou surpreendida porque a mim não me tinha passado isto jamais. Sempre {tienes} um certo medo quando {eres} uma pessoa muito mediática.

—Os {Javis} sempre disseram que se inspiraram em você para o ‘{look}’ de Paquita. ¿Lhe incomodou?

--Em absoluto. Quando um tem um trabalho público, o que tem que desenvolver ao máximo é o sentido do humor e saber as coisas que ferem e ofendem e as que verdadeiramente são um agradecimento e nunca uma crítica.

—¿Se tem divertido em seu papel de chefe tirana?

—¡E tanto/golo! Todos temos uns pequenos {diablillos} e demónios dentro. Provavelmente está mau que o diga eu, mas me {considero} uma pessoa boa, e poder/conseguir desenvolver essa parte mais perversa dum mesmo é muito gratificante. Te {quedas} na glória. A mim o que me dá vergonha é fazer um papel de mim. No momento que faço doutra pessoa, se me vão os medos e me sinto mais segura.

—Na série, Os {Javis} escrevem papéis que, embora sejam fictícios, se {asemejan} à imagem que o público tem do ator que o interpreta. ¿Acredita que as pessoas a vê como a soberba Bárbara?

—Não, eu acredito/acho que se inspiraram em atores, no cinema, na televisão... Sem {atreverme} a comparar, acredito/acho que se inspiraram no personagem de {Meryl} {Streep} em O diabo veste de Prada.

&{lt};b&{gt};—A nova época da série fala de reinventar-se. ¿Você também tem tido que fazê-lo muitas vezes?&{lt};/b&{gt};

—Sim, eu acredito/acho que a oportunidade que nos dá a vida é ir modificando as coisas e lutar por aquilo que {crees} que te vai fazer feliz. Nesse sentido, em cada capítulo Paquita Salas dá uma lição de algo, e por {ende} chega à pessoas.

—Diz que seu particular Paquita Salas é sua irmã, Carmen Borrego.

—Carmen não é meu representante, mas quando tenho que falar com alguém, é sempre a que me {echa} uma mão porque está acostumada a tudo isto. É a que me diz que se quero fazer algo, vamos a lutar por isso, a que acredita em mim... Por isso o mais parecido a Paquita que tenho agora mesmo em minha vida é minha irmã.

—¿A veremos mais épocas como Bárbara Valentona?

—¡Oxalá! Eu estou disposta a fazer o que Os {Javis} queiram que faça na vida. Já disse-lhes que quero ser Bárbara Valentona o resto de minha vida.

—Os últimos meses foram complicados para si por suas problemas de saúde e sua repentina saída de ‘{Sálvame}’. ¿Foi ‘Paquita Salas’ o melhor que lhe passou?

—Certamente, foi o presente maior para mim neste ano tão difícil que tenho tido por questões pessoais de saúde. Foi um chute de saúde, de moral, de energia e de muitas coisas.

—A protagonista da série não se maneja nada bem com a redes sociais. ¿Se sente muito identificada?

—Eu sou um pouco/bocado assim. Além disso, não sou das que transmite sua vida. Provavelmente estou enganada e me tenho que meter mais nas redes. Mas quando {subo} uma foto, a primeira que me chama para ralhar-me e criticar-me é minha filha. Me diz: «¡Mamã, isto não se faz assim, não {has} posto {hashtags}! {Déjame} a mim, que o vou a arranjar, que te tenho dito que não faças nada sem perguntar-me».

—Terá que contratá-la como ‘{community} gerente’.

—Certamente. É que as redes são mais de sua geração, a mim me {pilla} mais maior. E isso que sei que tenho que meter mão porque quando um tem um trabalho público há coisas que são bonitas de contar e à pessoas também gosta de que {compartas} com isso.

—¿Tem novos projetos televisivos?

—Agora mesmo tenho reuniões e me imagino que numas semanas poderei dizer algo. Por enquanto, é melhor não {menearlo}.

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