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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

«Nós {vibramos} igual que ‘A casa de papel’»

manuel de luna
06/08/2019

 

Tudo começou num concerto da primeira digressão internacional de A {Fanfarria} do Capitão, em 2011. Um fã alemão lhes pediu que tocassem Bela {Ciao}. O grupo argentino improvisou uma versão do histórico hino antifascista. E tanto/golo gostou que o incluíram em seu disco A {Giravida}. No 2017 lançaram o videoclipe e, quando estourou o boom de A casa de papel, o enviaram aos criadores da série. Se incluiu a canção na terceira época, onde também aparece o grupo numa cena do primeiro capítulo, onde soa sua canção A flor e o livro. Desde então, Vitória {Cornejo}, {Jerónimo} {Cassagne}, Francisco Mercado, Federico Sánchez, {Facundo} Pérez Torres, {Valeria} {Velásquez}, Juan Pablo Peláez, {Joni} {Strugo} e {Farras} {Scopign} são membros do grupo de A casa de papel.

—¿Quando nasce o grupo?

—Somos grandes amigos da adolescência. {Comenzamos} fazendo música lá pelo 98 e fomos crescendo juntos. O grupo se consolidou em 2005 quando começamos a girar por Argentina. Nosso primeiro álbum se lançou em 2007 e em 2011 começaram as digressões internacionais. O nome do grupo também foi {mutando}. Hoy fala do nosso espírito viajante e da energia, alegria e emoções que procuramos levar a cada lugar que vamos.

—Não só/sozinho há uma canção sua na série...

—Nossa participação é {actoral}, {aparecemos} no primeiro capítulo da terceira época, e também musical, já que dois das nossas canções fazem parte do grupo sonora.

—¿Que tem significado aparecer numa série com tanto/golo puxão?

—Realmente {desconocemos} que pode trazer-nos, mas sabemos que tem muita potencialidade, que tudo pode acontecer a partir de agora.

—¿Chegaram a imaginar nalgum momento este êxito da série?

—Conhecemos a série já quando era um boom, com o qual para nós sempre foi um êxito. Por isso também nossa surpresa e emoção diante da convite a participar na mesma.

—’A casa de papel’ é trepidante, inesperada, {adictiva}... ¿Está em sua linha musical?

—Absolutamente. {Vibramos} na mesma sintonia. E não só/sozinho com o de inesperado e {adictivo} (oxalá nossos ouvintes criam/acreditem isso da nossa música), também com a temática. Somos músicos independentes, nos {autogestionamos}, nos {movemos} num ambiente que ama a música fuera do {mainstream}. Por outro lado, está a surpresa, como aos personagens da série, aos que de repente um acontecimento lhes muda toda a vida. A nós nos passou o mesmo.

—{Defínanse} {musicalmente}.

—Somos uma grupo/ponta viajante que se inspira em músicas folclóricas do mundo mas com um forte espírito {rockero} de base. Nossos concertos ao vivo têm muita energia, são emotivas e vibrantes, cheios de arranjos, surpresas... Poderíamos explicar o estilo como um {folk} rock que tem ritmos latinos e melodias balcânicas e do mundo.

—¿Colaborarão na próxima entrega?

—Isso o poderemos dizer após o lançamento da quarta época. {Netflix} nos pede estrita confidencialidade com seus contidos e está muito bem porque assim para todos é uma surpresa o que aconteça. De facto, a nós não se nos partilhou mais do guião que o que estava escrito/documento em nossa cena.

—¿Como se lhes apresenta agora o futuro?

—Vamos a Veneza, a {Fráncfort} e {volvemos} a casa. Em Argentina temos várias digressões e o lançamento do nosso quinto álbum, Magias de hoje. A fim de ano há possibilidade de ir a Emiratos Árabes, a digressão de verão europeu e um tour por México já confirmado para Outubro de 2020, que completam nosso décimo ano de digressões internacionais, pelo que estamos muito comovidos. Por isso temos muito trabalho e estamos muito felizes de tudo este caminho e, claro, do presente que nos deu nossa cara Bela {Ciao}.

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