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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

«Meu {rol} em ‘Prodígios’ é que não decaia o {buenrollismo}»

INÉS ÁLVAREZ epextremadura@elperiodico.com MADRID
08/03/2020

 

Boris Izaguirre ({Maracay}, Venezuela, 1965) passou ultimamente por {Masterchef} {celebrity} e por Laços de sangue, espaço que está prestes a voltar a TVE-1. Enquanto prepara uma série sobre/em relação a Miguel Bosé, usufrui apresentando Prodígios.

–Quem ia a pensar que um programa com meninos que interpretam música e dança clássicas e lírica triunfaria no ‘prime {time}’ de um sábado.

–É que este programa está cheio de positividade, e acredito/acho que essa foi a chave. Num momento no qual tudo som crispações e medos --é um pouco/bocado essa a sensação que estou a viver desde que começou este século--, de repente sai este programa que fala de inspiração, de serenidade… e {ves} que há luz no fim do caminho. Porque há pessoas que acredita em seu talento, que entende que a maneira de seguir/continuar adiante é rifar obstáculos. Tudo esse tipo de ensinamentos é o que o fez triunfar. E o programa deveria durar mais, porque o efeito de ver que há uma pedreira/formação imparável de pessoas juvenilíssimas fazendo o que quer fazer é tão benéfico que o {necesitas}. Isso é o grandioso deste programa.

–E isso que o positivo não vende.

–Sim. É certo que nos últimos anos se tem especialista/conhecedor que quanto mais negativo, quanto mais conflituoso seja o sentimento que algo te gera, mais te gosta e mais {deseas} voltar a isso. Mas não, na verdade {necesitas} descansar um pouquinho de tanta tensão. Eu certamente não imaginava que este programa despertaria na audiência coisas que acreditava dormidas, como este desejo de ver algo positivo.

–¿Que parte de culpa tem você nesse êxito? Porque um não se imagina um apresentador melhor.

–{Macarena} Rei, {CEO} de {Shine} Iberia, me disse que queria que o fizesse eu, porque tenho muito boa mão com os meninos. Não acredito/acho que isso seja o primeiro que à pessoas se lhe passe pela cabeça ao verme, mas sim que é certo que falo com eles mano a mano.

–Também conta com um júri de luxo. {Ainhoa} {Arteta}, sempre que tem que valorizar, diz que se quer ir e não voltar. E volta.

–(Ri) {Ainhoa}, Nacho Duato e Andrés Salado se envolvem muitíssimo. O verdadeiro prodígio deste programa é contar com esse júri tão exato, tão idóneo e ao mesmo tempo tão difícil de reunir para fazer um programa de televisão.

–E com grandes prodígios…

–Sim. E ao ser tão jovens, nos surpreendem pelo increivelmente disciplinados que som, pela exigência que têm. E por possuir uma capacidade de encaixe que um perdeu totalmente. A mim que me valorizem me parece uma coisa absurda, quando na verdade não faço mais que pôr-me a exame com cada gala. E o passo fatal. Sou o que pior o leva.

–¿Ainda a estas alturas?

–Sim. Não quero conhecer os resultados, nem que me chamem ao telefone no domingo de manhã, porque estou incomodado. Eu me {quedo} {flipado} com a atitude que estes meninos têm em relação a seu talento. Sabem que se devem pôr a prova porque assim funciona seu mundo.

–¿Admira sua disciplina?

–Sim. Eu nunca a tenho tido. Porque tudo me chamava a atenção; pensava que tudo o queria fazer. Nunca tenho tido rigor académico e respeito muito isso neles. Por isso me levo tão bem com esses meninos, porque estou totalmente na chave de que estou aprendendo de sua conduta, de como enfrentar a vida…

–Também não seria Boris Izaguirre sem seu grande culto ao ‘glamour’.

–Certo. {Disfrutamos} muito escolhendo o balneário. Mas logo passam coisas como que a Juan Avellaneda não lhe deu tempo de mandar o trouxe com minhas medidas e tivemos que {echar} mão do {show} {room}. E, claro, evidentemente se me via um pouco/bocado mais apertado que com outros fatos. Estava batido. O tivemos que desfazer por dentro para que eu pudesse meter-me a americana. Mas esse tipo de coisas som fantásticas. Além disso, a forma de fazer o programa ajuda muito, porque não deixa de ser um rodagem curta, só/sozinho som duas semanas, e é muito agradecido. Tanto como o direto, sem dúvida, embora tem um pouco/bocado mais de rolo, porque se faz um pouco/bocado em família, e passam estas coisas: não chega a roupa e temos de inventar. O {disfruto} muitíssimo. E meu verdadeiro {rol} é que não decaia nunca esse {buenrollismo}, que acredito/acho que é essencial.

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