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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

Mais humor absurdo em ‘Justo antes de Cristo’

{Movistar+} oferece a segunda época completa da comédia a partir do 13 de Março

EFE epextremadura@elperiodico.com MADRID
05/03/2020

 

Justo antes de Cristo, a comédia capaz de conjugar o dia-a-dia de um acampamento romano com problemas da vida moderna, fecha o cortina com uma segunda época que, mesmo roçando o absurdo, oferece um final coerente e redondo. Justo antes de Cristo, cuja segunda época completa estará disponível em Movistar {+} a partir do 13 de Março, se concebeu como o que é hoje: uma comédia de humor louco capaz de misturar personagens romanos em plena batalha e filosofia clássica com uma linguagem moderno e totalmente {españolizado}.

Similar ao caso da série Vergonha, que tardou oito anos em ver a luz até que foi resgatada por Movistar, Justo antes de Cristo é uma ficção que, como explicam seus criadores, {Pepón} Montero e Juan Maidagán, esteve vários anos num gaveta por não encontrar uma televisão que {apostara} por um formato de {sitcom} de 25 minutos.

«Fizemos uns {sketches} faz mil anos para {Paramount} {Comedy}. Eram dois romanos falando da vida no acampamento, logo nos {quedamos} no desemprego e dissemos ‘vamos a desenvolver isto’ e escrevemos o primeiro capítulo e uma Bíblia. O projeto deu um monte de voltas durante anos por muitas televisões. Ninguém o quis fazer», explicou Montero numa entrevista com Efe.

25 MINUTOS / E acrescentou: «De repente, falamos com Movistar e não nos {acordábamos} desta série. Lhes {ofrecimos} outra que não lhes encaixava nesse momento e ao perguntar-nos se tínhamos outra coisa, {sacamos} esta da gaveta». Maidagán expôs a Efe seus «vontade» de ser feito um projeto destas características: «Tínhamos vontade de fazer uma série de 25 minutos. Esta era a oportunidade perfeita e o facto/feito de que fossem épocas curtas, na hora de contar uma história com seu princípio e seu final nos fazia que estivéssemos muito a gosto com o formato».

Nesta segunda época, a qual ambos guionistas definem como «mais absurda e mais louca», se une ao plantel/elenco de direção Nacho Vigalondo ({Colossal}), quem reconhece ter trabalhado a prazer e seguindo/continuando as diretrizes de Montero e Maidagán.

«Eu não {decidí} nada. Eu me {sometí} às ordens de Juan e {Pepón} e estou {encantadísimo}. Já tinha uma estrutura feita de cumprir um papel similar ao que cumpriu [{Borja}] {Cobeaga} na primeira época», explicou Vigalondo, quem tem dirigido os três primeiros capítulos desta época final, deixando os três últimos a Montero.

«Acredito/acho que está cheia de surpresas, que passam muitas coisas. E, além disso, há certas tramas que pareciam enterradas que vão vendo a luz e vão levando a um final da época bastante interessante e muito divertido», declarou a Efe Julián López, quem se volta a pôr na pele de {Manio}, o personagem protagonista.

{Xosé} {Touriñán}, {Agorastocles} na ficção, sublinha que a história, nesta segunda época, «acaba dando um giro/gracioso muito grande» e oferece uma visão mais profunda e completa dos personagens. «De {Agorastocles} {vais} a ver um monte de caras que não se têm visto na primeira época. {Acabamos} a época com {Agorastocles} indo-se e nesta volta para encontrar-se novamente com {Manio}. Está muito mudado e passa por lugares onde sim tinha estado antes mas agora o faz duma maneira mais limite», aponta {Touriñán}. Por seu lado, Cecilia Freire, quem interpreta a {Valeria}, reconhece que seu personagem «o passa fatal», mas que é aí, nesse ponto de sofrimento, onde está a graça da história. «Ela vai aí como uma kamikaze. O passa fatal e é muito engraçado vê-la sofrer. Eu acredito/acho que tenho chorado mais nesta época que nalguns dramas», confessa a Efe. «Penso em todas as mulheres que estiveram silenciadas na história, que estiveram aí fazendo a guerra no único âmbito que lhes deixaram e passaram sem nomes e apelidos e me parece uma reflexão interessante», conclui Freire.

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