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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

«Há muita gente que aprende espanhol com a série»

MARISA DE DIOS epextremadura@elperiodico.com MADRID
19/08/2019

 

As raparigas do cabo mudaram de década, mas sua amizade continua a prova de bombas. {Netflix} tem estreado a quarta época da série, agora {ambientada} em 1931 e na qual as protagonistas terão que manter-se unidas. Depois de/após que participasse em produções espanholas como {Hispania}, a lenda, {Imperium}, Amar é para sempre, Águia Vermelha, Carlos, rei Imperador e As raparigas do cabo, não cabe dúvida de que {Ángela} {Cremonte} (Madrid, 1985) está especializando-se em séries de época. Na nova época da famosa ficção de {Netflix}, seu personagem, a confiada Elisa, a irmã de Carlos (Martín Rivas), começa totalmente distanciada de a sua mãe, a sempre intrigante dona Carmen (Concha {Velasco}), após ter descoberto todas suas manipulações, desde seus enganos para ficar com a filha de Lida (Branca Suárez) a sua responsabilidade no assassinato de o seu marido ({Ernesto} {Alterio}).

–Parecia que esta quarta época de ‘As raparigas do cabo’ se apresentava mais tranquila para Elisa, com a sua mãe na cadeia. Mas parece que dona Carmen vai sair de prisão e pode revolucionar de novo sua vida...

–¡No fim minha mãe nos vai a sobreviver a todos! Como usufrui tanto/golo fazendo o mau e é muito criativa, nesta quarta época se lhe acontecem um monte de ideias para amargar-nos a vida.

–¿Voltará a sua mãe, dona Carmen, a manipular à pobre Elisa?

–Elisa começa com as coisas muito claras nesse aspeto.

–¿Não considera que ‘As raparigas do cabo’ esteja mostrando uma Espanha demasiado idílica para a época, tendo em conta que estamos a falar dos anos 20 e 30?

–Acredito/acho que é uma tendência que temos todos. As raparigas do cabo é uma série de ficção, que tem uns traços históricos e está enquadrada numa suposta Espanha. Não acredito/acho que nunca tenha querido seguir/continuar, porque realmente não o fez, a história tal como foi, nunca foi especialmente fidedigna nesse aspeto. Nalgumas coisas se calhar o foi um pouco/bocado mais, mas noutras se têm tomado muitas licenças. Por isso há um monte de temas que não têm nada a ver com a realidade, porque se trata duma ficção.

–Está claro que ficções espanholas como ‘As raparigas do cabo’ e ‘A outro olhar’ estão a dar mais visibilidade à luta pelos direitos das mulheres ao longo/comprido da história.

–A história das mulheres sempre esteve muito silenciada e acredito/acho que vem muito bem que se recorde porque fica muito por fazer, embora se tenha avançado muito. Essa luta a têm protagonizado as que vieram antes e também houve muitos homens que as ajudaram, e que nos ajudam. A mim sempre gosto pôr o foco no facto/feito de que não se trata de algo excludente nem que só/sozinho tenha que ver com nosso género.

–Os fãs podem estar tranquilos, já que temos ‘raparigas do cabo’ para bocado, porque está prevista o próxima estreia duma quinta época.

–De facto, já a temos gravado.

–¿E estaria você disposta a fazer muitas épocas mais desta série?

–Sempre há muitas coisas que contar, mas é que também não depende de {nosotras}...

–’As raparigas do cabo’ foi a primeira novela espanhola realizada pela plataforma {Netflix}.

–¡E isso não nos o retira ninguém!

– Para além de no território nacional, ¿tem notado o êxito que tem tido a série fora de nossas fronteiras?

–Aqui em Espanha se nota, mas sobretudo somos mais conscientes do êxito que tem tido a série quando {viajamos} por toda América latina.

–Mas é que não só/sozinho em América latina. no caso de Grã-Bretanha, mesmo, a série tem impulsionado que os ingleses se interessem por aprender castelhano graças a uma ferramenta digital que serve para aprender idiomas.

–¡Pois não o sabia! ¡Adoraria tê-la! O que sim se que é verdade é que me chegam muitas mensagens de pessoas que está aprendendo espanhol vendo a série.

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