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«É muito bonito ver que se perdeu o medo a coser»

 

«É muito bonito ver que se perdeu o medo a coser» - RAÚL TEJEDOR

INÉS ÁLVAREZ
16/02/2020

Desde há dois anos, María Escoté (Barcelona, 1979), uma das nossas desenhadoras mais internacionais —já que não só/sozinho veste a Paula Echevarría, María León e Alasca, mas também a {Miley} {Cyrus} e {Katy} {Perry}—, deixa uns meses seu oficina para fazer parte do júri do programa de talentos Professores da costura (TVE-1). O {talent} {show} acaba de estrear sua terceira época com o mesmo plantel/elenco: Raquel Sánchez Silva como apresentadora e um júri composto por Lorenzo Caprile, Alejandro Gómez ({Palomo} {Spain}) e Escoté. A desenhadora está feliz de que, graças ao programa, as pessoas tenha voltado a coser.

—Terceira época já...

—Tinha muita vontade de vê-la, porque é como um desfile/cortejo: {has} estado meses trabalhando em teu oficina para mostrar teu estreitamente ao público.

—¿Já lhes subida menos fazer televisão?

—Os três não {veníamos} do meio e a primeira época nos custou muitíssimo, mas já na segunda era como entrar em nosso oficina. Nos esquecemos que há câmaras e o vivemos como o dia-a-dia: {lloramos}, nos {enfadamos}, nos {emocionamos}...

—¿Formam um bom plantel/elenco?

—Desde o primeiro dia nos levámos muito bem. Embora provavelmente algum tem necessitado seu tempo. Eu sempre lhes tenho ajudado, lhes quero e {aprendemos} os uns dos outros. Nos {aportamos} muito.

—¿Lhe gostam os concorrentes?

—Há muito nível de costura, mas também há criatividade e frescura. Há uma mistura muito interessante e necessária para um oficina. Porque está a senhora que confeciona à perfeição, mas também o jovenzinho que só/sozinho fala de tendências e de conceitos/pontos, embora não sabe ainda coser bem. Se nutrem entre eles.

—Não há um Pedro, o desastroso aprendiz da edição passada.

—Não me gostam as comparações. Além disso, Pedro era um de meus aprendizes favoritos. Adorava.

—Incidem na moda sustentável.

—Sim. Fazemos muito finca-pé no consumo coerente e {castigamos} e {penalizamos} o esbanje de tecidos e materiais. Temos uma época superbonita com provas maravilhosas e convidados incríveis com os que vamos a aprender muitíssimo.

—Você tem lançado recentemente uma coleção ‘{curvy}’. ¿Se verá isso?

—Sim, mas não só/sozinho o {curvy}, mas trabalhamos/trabalhámos corpos diferentes. Podes ser {curvy}, {bajita} ou {paticorta}. Nos {adaptamos} à realidade, porque todos temos medidas diferentes.

—É uma mensagem importante. Como o é que uma cadeia pública dedique um ‘{talent}’ à costura.

—Para nós é um presente mostrar a profissão e dar-lhe valor, porque é muito importante na história da mulher, já que conseguiu que pudesse ser independente com a máquina de coser em casa. Mostrámos uma profissão que se estava perdendo por falta de interesse/juro. Com o que ver a pessoas jovem, e de qualquer idade, que se têm comprado uma máquina, perderam o medo a coser e lhes tem entrado vontade de aprender o ofício, é o mais importante para nós. Te escrevem diariamente {diciéndotelo}. E isso é lindo.

—Se fala de um ‘Professores da costura {celebrity}’. ¿Gostaria de?

—Isso não depende de nós. O que queremos é que esta época vá bem e as pessoas usufrua.

—O júri é muito exigente...

—Sim, somos superexigentes.

—... mas ¿seria mais complicado domar a personagens famosos?

—Sim, mas eu, encantada. E feliz de fazer muitas épocas mais.

—¿Embora isso signifique descuidar durante um tempo seu oficina?

—Graças a nossas ausências, nossas equipas se fazem mais fortes. Têm crescido.