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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

O coronavirus deixa a televisão sem aplausos

‘{OT}’, ‘O formigueiro’ e ‘A resistência’ luzem {platós} sem público como medida preventiva

INÉS ÁLVAREZ epextremadura@elperiodico.com MADRID
15/03/2020

 

Espanha vive uma situação excecional pelo coronavirus e a televisão não podia deixar de acusarlo. Um dos principais riscos de contágio som as grandes aglomerações e alguns dos programas já têm tomado medidas não convidando ao público a assistir a suas programas, tanto/golo os que se realizam ao vivo como os que se gravam. A restrição afeta a espaços de todas as cadeias. Entre eles: Operação Triunfo e A amanhã (TVE-1), El programa de Ana Rosa e {Sálvame} (Televisão 5); Todos é mentira (Quatro); El formigueiro (A-3 TV); El intermédio e {Zapeando} (A Sexta), Planta {baixa} e {Tot} é {mou} ({TV-3}) e {Late} {motiv} e A resistência (#0 de Movistar), entre outros.

Um dos espaços mais afetados pela medida será {OT}, que tem uma lotação de quase 1.000 pessoas, e que no domingo luzirá desolador com os concorrentes atuando sem o calor de seus fãs. Isso se se chega a celebrar, porque se se proíbem {tajantamente} os deslocações desnecessárias, lhes será impossível ao apresentador, Roberto Leal, e a três membros do júri, {Natalia} Jiménez, Javier Llano e Javier Portugués, residentes todos em Madrid ir a seu cita/marcação/encontro dominical, já que a gravação tem lugar em Barcelona. Não obstante, sem precipitar os factos/feitos, o certo é que ontem no ensaio geral, e fora de câmaras, aos {triunfitos} lhes comunicaram que não terão a seus fiéis apoiando'ls em suas atuações.

NOS DESPORTOS / El primeiro em tomar a decisão de não contar com público foi Josep Pedrerol, que no domingo passado fez El quiosque de {jugones} (Mega) sem sua presença, e que agora fecha durante duas semanas ao não ter Liga nem de Primeira nem de Segunda Divisão. Lhe seguiram/continuaram na quinta-feira, 12, espaços como El formigueiro (A-3). Pablo Motos, seu apresentador, começava o programa num platô vazio pela primeira vez em 14 anos (embora levava dias reduzido a lotação) chamando à acalma, embora num tom que não escondia a preocupação: «É a primeira vez que me {enfrento} a um programa assim», confessava.

Por seu lado, Ana Rosa Quinta explicava assim o porquê dessa ausência em El programa de Ana Rosa: «Normalmente sempre há pessoas que querem vir (...), mas, claro, as cadeiras estão muito juntas. Por respeitar esse espaço recomendável de um metro, hoy não têm vindo».

David Broncano também comentava a estranha situação em A resistência: «É estranho que não se ouça o aplauso do público», dizia. E como os colaboradores se sentavam respeitando as distâncias, comentou. «Isto parece um cinema porno».

PLATÔ MAIS PEQUENO / Mais radical era Andreu Buenafuente, que, já que não contaria com o público, decidiu na quarta-feira passada mudar seu platô de {Movistar+} por um mais reduzido. Até {rebautizó} o programa. {Late} {motiv} {bunker} passou a chamar-se. E o {showman}, após começar dizendo: «Boa noite, Espanha. A coisa está muito má», anunciou: «Vamos a fazer o programa. Não é o mesmo nem desde/a partir de o mesmo sítio, vamos a tomar precauções», assinalou. Daí a ideia do bunker.

{Wyoming}, por seu lado, também enfrentava com humor a situação, assegurando que dispunha de um {dispositvo} de última geração para substituir ao público. «Tem tudo o que necessitamos para fazer funcionar um programa: o botão dos risos, que o {usaremos} cada vez que eu faça um anedota; o dos aplausos, que se usará cada vez que um momento roce a excelência, e o dos vaias, que {usaremos} com muito pouca frequência», assegurou o humor.

Mas não só/sozinho os programas ao vivo se têm visto afetados pela pandemia; já que aos programas gravados também lhes afeta. E se nos próximos dias se emitirão concursos como El caçador (TVE-1) e Agora {caigo} e ¡Boom! (A-3 TV) no qual se ouvem os aplausos e se vê a reação do público presente será porque estes já tinham sido gravados com antecedência. Está claro que, com público ou não, e se as medidas não se fazem mais {resctrictivas}, os programas tentarão seguir/continuar adiante. E as pessoas, confinada, consumirá mais televisão. «Temos de entreter a Espanha», dizia Broncano. Mais que nunca, {the} {show} {must} {go} {on}.

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