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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Branca Suárez, a feminilidade de época

A atriz protagoniza a quarta época da série de {Netflix} ‘As raparigas do cabo’

MARISA DE DIOS epextremadura@elperiodico.com MADRID
12/08/2019

 

Branca Suárez está a viver um verão do mais intenso. A atriz, de 30 anos, acaba de usufruir duns dias de {relax} junto a seu namorado, Mario Casas, em Atenas, numa escapada romântica para certificar seu amor entre templos, colunas e muita história.Después do tour grego, a musa de {Woman}’s {Secret} tem regressado com as pilhas carregadas para iniciar/dar início a rodagem duma novo filme, enquanto volta a açambarcar a atenção com o recente estreia internacional da quarta época de As raparigas do cabo, a série de época (e feminista) que protagoniza em {Netflix} junto a {Maggie} {Civantos}, {Nadia} de Santiago, Ana Fernández e Ana Polvorosa.

«Esta é uma época de retirar-se máscaras e termina de forma muito besta», resume a atriz sobre/em relação a os novos episódios da ficção, {ambientada} agora em 1931, nos {albores} da Segunda República, e que apresenta a seu personagem, Lida, escalando posições na companhia telefónica. «Se {reincorpora} ao trabalho com muita vontade e a necessidade anímica de reconstruir-se mais nesse sentido depois da anterior época, que emocionalmente foi um desastre para ela», relembra Suárez. «Por isso agora tem a ambição de crescer profissionalmente, mas também não será muito bem vista e aceitada por seus companheiros masculinos», assegura.

A luta pelos direitos da mulher foi, de facto, uma das tramas recorrentes da série desde seus inícios, algo que valorizam a intérprete e sua companheira de distribuição {Ángela} {Cremonte}. «A história das mulheres sempre esteve muito silenciada e vem bem que se recorde porque embora se tem avançado muito, ainda fica por fazer. E não é algo excludente dos homens porque também houve muitos que as ajudaram e que nos ajudam», destaca.

CASAMENTO FRUSTRADO / Com uns novos episódios com toques de {thriller}, nos que as protagonistas tentarão demonstrar a inocência de {Carlota} (Ana Fernández) no assassinato de seu rival político para deliberar-la da pena de morte, a série volta a dar muito peso aos maranhas sentimentais das amigas. «{Tocamos} o tema da casamento frustrado com Carlos [Martín Rivas]», adianta Suárez. «Lida vai a tomar decisões chave a nível sentimental e que agora, obviamente, são muitíssimo mais importantes que antes porque já tem uma família», explica.

A atriz tira peito na hora de {recordar} que As raparigas do cabo foi a primeira ficção espanhola de {Netflix}, à que têm seguido/continuado outros êxitos como Elite e A casa de papel. Como o resto de suas companheiras, Suárez tem notado a repercussão que tem estrear uma série {Netflix} e o montra internacional que representa para qualquer ator. Sobretudo, em América latina, embora também lhes chegam mensagens de pessoas que está aprendendo castelhano graças ao grupo de telefonistas. E a coisa não vai a parar, porque já têm filmado uma quinta época.

Entre entrega e entrega de As raparigas do cabo, agora está imersa noutra gravação, a do filme O verão que vivemos, um drama romântico {ambientado} nos anos 90 e baseado em factos/feitos reais no qual partilha cartaz com Javier Rey e Carlos Cuevas, onde interpreta a uma estudante de jornalismo em práticas. Algo similar que o que lhe está a acontecer a ela, cujo verão de 2019 está a ser a perfeita combinação de trabalho, viagens e amor.

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