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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

‘{Women} {Make} {Film}’: um passeio pela história silenciada do cinema

{TCM} emite no domingo uma série documentário de 14 episódios sobre/em relação a o papel oculto da mulher na sétima arte

EFE epextremadura@elperiodico.com MADRID
06/03/2020

 

{Women} {Make} {Film}, a nova série documentário do diretor Mark Cousins se apresenta em {TCM} como chamada de atenção e reivindicação audiovisual do papel e a figura de todas aquelas mulheres cineastas silenciadas ao longo/comprido da história da sétima arte. «A história do cinema foi sexista por omissão», {clama} o projeto de Mark Cousins, historiador cinematográfico, crítico e cineasta escocês que procura, por meio de seu estreitamente, analisar e mostrar como diretoras de diferentes épocas, idades e procedências têm retratado a realidade por meio de suas câmaras.

Produzida por {Avalon}, a série documentário é uma viagem de 14 episódios pelo silenciado mundo de diretoras como {Dorothy} {Azner}, {Kathryn} {Bigelow}, {Jane} {Campion}, {Chantal} {Akerman}, {Agnès} {Varda}, {Jessica} {Hausner}, {Claire} Denis, {Alice} {Guy}-{Blaché}, {Liliana} {Cavani}, {Maren} {Ade}, {Lucrecia} {Martel} e ou a espanhola Ana Mariscal.

Mais de mil fragmentos de filmes filmados por mulheres de todo o mundo, em diferentes épocas e em diferentes circunstâncias poderão ver-se de maneira integra e em exclusiva no domingo, 8 de Março, Dia Internacional da mulher, no canal {TCM}, desde/a partir de as 10.00 até as 00.00 da noite. O ato de apresentação da série em Madrid contou com a presença das diretoras Carla Simón (Verão 1993) e Clara {Roquet} (Liberdade) e a guionista Isabel Peña (O Reino), aqueles que enalteceram o estreitamente de Cousins, dando sua visão duma indústria à que todas elas pertencem. «Te {sientes} muito agradecido de que alguém tenha facto/feito algo assim, mas ao mesmo tempo {sientes} vergonha por não conhecer a muitas destas mulheres», reconheceu Carla Simón, quem obteve cinco prémios no Festival de Málaga, entre eles a {Biznaga} de Orellana / Orelhana à melhor filme, por Verão 1993.

E acrescentou: «Te {das} conta, à medida que passa o documentário, que há outra história do cinema que não nos contaram. Oxalá alguém tivesse facto/feito isto faz uns anos». Nessa mesma linha, é a diretora e guionista Carla Roquet quem sublinhou a «injustiça» de não ter podido aceder, apesar de ter estudado cinema, a uma informação mais completa sobre/em relação a a indústria na qual atualmente está envolvida.

FIGURAS CAPITAIS DO CINEMA / «As mulheres que saem no documentário não som nomes menores, som figuras capitais e que ninguém nos tenha contado isto é muito injusto», expôs Roquet.

«Há muito poucas mulheres fazendo cinema e muito menos que se consolidem. Os números som devastadores», sentenciou Simón. Isabel Peña apontou que «o 98 % dos nomes das mulheres que aparecem no documentário» não foram «nunca ouvidos». Mark Cousins nasceu em {Belfast} o 3 de Maio de 1965 e começou trabalhando na BBC. Em 2011 estreou sua série documentário História do cinema: uma odisseia.

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