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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

‘Mulheres em A 2’, nova série em chave feminina

Esta produção de 8 capítulos revê o dia-a-dia de atrizes, juízas ou cantoras

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com MADRID
04/03/2020

 

Mujeres em A 2 é a nova série documentário de RTVE na qual as mulheres som as protagonistas. Um formato que combina os géneros do reportagem, a entrevista e o entretenimento para dar voz a destacadas profissionais de diferentes âmbitos que refletem sobre/em relação a suas experiências e os mitos aos que se enfrentam as mulheres em seus respetivos sectores. Atrizes como Julieta Serrano ou Bárbara {Lennie}, cantoras como Carmen Linares e Índia {Martínez}, investigadoras como {Marisol} {Soengas} ou Flora de Pablo, ou desportistas como {Virginia} {Ruano} ou Patricia García, som algumas das protagonistas.

A série consta de oito capítulos. Em cada um, o espectador acompanhará em seu dia-a-dia a três mulheres de um mesmo âmbito profissional ou social: atrizes, juízas, cantoras, investigadoras, mulheres solidárias, {influencers}, desportistas e migrantes. Três mulheres de diferentes idades: uma em sua etapa de madurez profissional e pessoal, outra numa idade intermédia, à metade de sua corrida/curso, e uma terceira muito jovem que esta começando. Amanhã (23.30) A 2 emite os dois primeiros episódios.

DIÁLOGO / O objetivo é conhecer de primeira mão o seu trabalho profissional duma maneira próximo e íntima, para posteriormente fazer um encontro entre as três num lugar emblemático de sua profissão onde dialogarão entre sim e oferecerão uma conversa enriquecedora onde partilham suas experiências, dúvidas, pontos de vista, focagens e reflexões sobre/em relação a sua profissão.

O espectador poderá conhecer em profundidade que significa dedicar-se à interpretação, desterrando preconceitos e falsos mitos. O capítulo mostrará a realidade de um sector que costuma associar-se à fama e as gaulesas de passadeira vermelha, mas que na verdade é uma dura corrida/curso de fundo que deve lidar com a intermitência laboral (e mais de um 90% de desemprego) e a exposição constante ao juízo público e que padece uma profunda desigualdade de género (salarial, presença de estereótipos machistas em muitos {roles} femininos, pressão perante o envelhecimento que afeta principalmente às atrizes) embora a primeira vista possam não perceber/receber-se de maneira evidente.

A série descobrirá o ponto de vista duma atriz veterana que acaba de ganhar o Goya a melhor atriz de distribuição, Julieta Serrano (Dor e glória); outra intérprete no auge de sua corrida/curso, Bárbara {Lennie}; e uma jovem estudante de arte dramática, Helénica {Ezquerro}.

O segundo capítulo, que também se emite amanhã, falará das mulheres cientistas. O objetivo é {visibilizar} o estreitamente das investigadoras e aproximar o seu trabalho para que sejam exemplo e referente. Para isso, se exporá a necessidade de que as pessoas saiba que é a ciência e para que lhe pode servir, que implica para uma sociedade ter mais ou menos cultura cientista e que dificuldades existem na hora de divulgar o conhecimento científico/cientista. Da mão de três mulheres, o espectador descobrirá como surge sua vocação, que referentes masculinos e femininos têm tido, em que campo desenvolvem sua atividade e de que maneira contribui seu estreitamente aos avanços em áreas diferentes e específicas.

As protagonistas serão: Flora de Pablo, professora de Investigação do CSIC, que trabalha em desenvolvimento, diferenciação e degeneração celular; {Marisol} {Soengas}, chefe do grupo de investigação do melanoma do departamento de Física Teórica em Biomedicina CNIO; e Prado Martín Moruno, do departamento de Física Teórica da Universidade {Complutense} de Madrid.

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