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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

‘{For} {life}: prisão perpetua’: à procura de a verdade

{AXN} estreia a série inspirada num {encarcelamiento} injusto nos anos 90 em EUA

IDOYA NOAIN eparagon@elperiodico.com NUEVA YORK
27/02/2020

 

As histórias de {encarcelamiento} injusto constituem em Estados Unidos quase um género em si mesmo, um que teve seu principal expoente no cinema mas tem ido ganhando espaço nas pequenos ecrãs à par que se tem ido elevando a consciencializa sobre/em relação a as injustiças raciais, sociais, institucionais e políticas que {laten} após muitas dessas histórias na vida real.

O último expoente dessa evolução chega hoy a Espanha da mão do canal {AXN}, que às 23.00 horas estreia {For} {life}: prisão perpetua, uma série de 13 capítulos de ficção vagamente inspirada na verdadeira luta por recuperar sua liberdade de Isaac Wright Jr., um homem preto injustamente condenado.

A história de Wright Jr., que foi sentenciado a prisão perpetua em 1991 em Nova {Jersey} por um delito de tráfico de drogas que não tinha cometido, dedicou seu tempo em prisão a atuar como {pasante} legal para ajudar a outros presos a sair e quando conseguiu sua própria liberdade se regulou em direito e se fez advogado, se tem transformado em seu salto à ficção na de {Aaron} {Wallace}, o protagonista ao que dá vida {Nicholas} {Pinnock}. E ainda que os detalhes da história variam, o fundo persiste.

DAVID Y GOLIATH / Como explicava numa mesa redonda em Nueva York com quatro jornalistas {Pinnock}, o atrativo de seu personagem é que é o David que luta contra o Goliath do sistema penal de EUA, seu racismo e seus abusos mas é também, «o homem que luta por voltar junto a sua família»; é o herói inspirador que navega as complexas águas do sistema carcerário mas é, além disso, o personagem que apresenta as arestas morais do dilema de até onde se pode quebrar a lei procurando que se faça justiça.

Se para alguém foi emocional a rodagem foi para o próprio Wright Jr., que aparece nos créditos como produtor executivo junto a {Hank} {Steinberg}, {Doug} {Robinson} e o rapista e produtor 50 {Cent}, que é quem soube que essa história era material não de filme mas de série. E em Nueva York recordava que desde/a partir de o primeiro dia foi «um processo terapêutico», que lhe permitiu ver-se «pela primeira vez como uma terceira pessoa e atravessando tudo esse sofrimento que nunca tinha tido oportunidade de ver porque estava demasiado ocupado em tentar sair».

Para todos os implicados, além disso, a série chega num «momento perfeito». O faz em EUA, onde nos últimos anos se tem intensificado o exame sobre/em relação a a necessária reforma de um sistema penal que castiga especialmente a minorias raciais. Mas, como assinalava {Steinberg}, toca «uma ideia universal. Tanto/golo aqui como internacionalmente há mal-estar e raiva com o sistema e as pessoas se pode identificar com a história de um só/sozinho ser humano injustamente tratado que se enfrenta a um sistema muito maior que ele», dizia o produtor, que assegurava que “sem esquecer o entretenimento o importante é fazer algo que te atraia e te apanhe». «Todos {ansiamos} justiça, que se nos trate de forma justa e igualitário», dizia.

Também {Indira} {Varma}, atriz à que conhecem os seguidores de Jogo de Tronos e que dá vida à responsável da cadeia, refletia sobre/em relação a a transcendência duma série como {For} {life}: prisão perpetua. «Como contadores de histórias, {conseguimos} levar esta a uma audiência mais larga/ampla. E estamos fazendo de forma efetiva do entretenimento um portal para alcançar a pessoas que não necessariamente segue/continua as notícias ou tudo o que está passando. Podemos inspirar», refletia. «Porque, ¿estamos pondo um espelho frente a algo que passou ou estamos fazendo à pessoas aspirar a um pouco melhor?».

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