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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

«‘A casa de papel’ é um golpe contra o sistema»

JUAN FERNÁNDEZ epextremadura@elperiodico.com BARCELONA
05/08/2019

 

A história de amor de Tóquio e Rio pôs a nota romântica às dois primeiras épocas de A casa de papel. A terceira se inicia com eles usufruindo da vida dissipada numa ilha das Caraíbas graças ao pilhagem que se levaram da Fábrica da Moeda. Mas a captura do personagem que interpreta Miguel Herrán (Málaga, 1996) põe de novo em ação à grupo/ponta das máscaras de {Dalí}, para usufrua de sua internacional legião de fãs. Nem ele nem {Úrsula} {Corberó} (Barcelona, 1986) são capazes de explicar as razões do êxito mundial da série.

—Com sorte, a séries espanholas se vendiam a outros países e {acaparaban} uma certa atenção. O de ‘A casa de papel’ é outra história...

—Herrán (M.H.): Para explicar-lhe sua dimensão internacional veja o vídeo da nossa chegada a Roma faz dois meses para apresentar a nova época.

—¿Que passou?

—M.H.: A pergunta é: ¿que não passou? Acredito/acho que se esse dia se levanta de seu derruba Michael Jackson e aparece em Roma, as pessoas lhe diz: «Jovem, caluda e {relájate}, ¿não {ves} que estão aqui os de A casa de papel?» (risos). Sinceramente, esse dia {flipé}. Pela primeira vez em minha vida {entendí} que significa ser uma estrela de rock.

—{Corberó} (Ou.C.): Miguel não exagera, eu esse dia me senti Madonna, diretamente. Todos os anos {Netflix} apresenta as novidades da época. O fazem em diferentes cidades e neste ano tocou em Roma. Fomos todos os de A casa, e os doutras produções da plataforma, mas a reação dos fãs da nossa série foi alucinante, incrível.

—Sabiam que ‘A casa’ tinha sido um {bombazo} em vários países.

—Ou.C.: Sim, mas até esse dia não tinhamos podido comprovar sua magnitude com nossos próprios olhos. Era a primeira vez que {medíamos} o êxito internacional que alcançou a série e o que vimos ali superou qualquer cálculo. A série tornou-se num fenómeno mundial.

—¿Qual foi seu secreto?

—Ou.C.: Isso faz parte da mística desta série. O secreto não o conhece nem {Álex} {Pina}, seu criador. Não acredito/acho que tenha um só/sozinho secreto. De facto, nesta série se dá uma combinação de fatores que podem explicar porque é que conseguiu chegarle a tanto/golo público.

—¿Quais?

—Ou.C.: Maneja muitos registos. Embora é uma série de ação, também tem comédia, drama, romance… Isso faz com que o espectador esteja alerta e entretido tudo o bocado. Outro aspeto são os personagens, que são muito particulares. As pessoas tem {empatizado} muitíssimo com todos. São uma grupo/ponta e estão muito unidos, têm uma estética similar, mas são todos muito diferentes e díspares.

—Imaginem que são espectadores da série.

—Ou.C.: Me imagino a mim mesma fazendo um corrido visual por tudo o grupo e selecionando a algum personagem para nomearle minha vicissitude. Os membros do grupo são tão especiais que as pessoas se identifica com eles.

—M.H.: Há outro elemento importante que explica que as pessoas se tenha sentido seduzida por esta série: o golpe contra o sistema que dão os protagonistas. Essa ação tem conetado com o golpe que, no fundo, todos {desearíamos} dar-lhe ao sistema. Sobretudo em países onde há pessoas oprimidas. Em certo modo, A casa é um golpe contra o sistema.

—¿Como mudam os personagens na terceira época?

—Ou.C.: O importante é que mantêm sua personalidade. São como personagens de banda desenhada, respondem a estereótipos muito concretos. Em meu caso, na terceira época passaram dois anos pela vida de Tóquio e algo se nota, mas ela conserva seu carácter de desenho de manga. Muda meu cabelo: o levo curto e com o franja em pico, o que incrementa seu ar de personagem de banda desenhada de ação.

—M.H.: Meu personagem, Rio, continua a ser o jovenzinho e o imaturo sentimental. Na terceira entrega se vê incapaz de gerir bem suas emoções. Lhe vai custar manter a salvo sua personalidade.

—A nova série começa com sua captura, e mobiliza ao grupo. ¿Operação {salvad} ao soldado Rio?

—M.H.: É uma boa maneira de defini-lo. Digamos que minha detenção põe em marcha toda a operação. O vínculo entre os membros do grupo das duas primeiras épocas será ainda mais forte.

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