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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 20 de novembro de 2017

A ternura feita conto

POR noelia tabanera
26/03/2017

 

En uma pequena aldeia viviam três meninas que se {aburrían} muito pois não contavam com grandes diversões». ¿Se podem imaginar que isto aconteça na vida real com a quantidade/quantia de distrações tecnológicas que rodeiam aos mais pequenos? Embora com estas palavras começa Íñigo Íñiguez El dança das guloseimas, um dos contos estrela de Pequenas lindas princesas ({Edizioni} {Pragmata}), o seu segundo trabalho depois de/após {Fantasim} Express ou o comboio do descanso/intervalo e outros contos.

Através de quinze relatos independentes, o autor, que tem como referentes a {Andersen}, Oscar Wilde e como não, a seu irmão Antonio, também escritor, realiza um doce percurso/percorrido do passo de menina a mulher. Confessa a influencia de a sua mãe, a quem lhe dedica o livro, e sobretudo a da figura da tradicional heroína de cinema que consumia suas tardes de sábado quando era menino. A idealização da mulher que Íñiguez sentia com 15 anos foi o que lhe levou a escrever fantasiosos contos para meninas sobre/em relação a princesas, danças, aventuras, magia, guloseimas que dançam e árvores que falam, e que agora, anos mais tarde, publica numa compilação.

«Se há algo que carateriza todos meus contos é a busca incessante da beleza. Ao pôr a televisão hoje em dia só/sozinho vejo coisas desagradáveis e muito feias, acredito/acho que aos meninos temos de dar-lhes o que precisam quando são meninos, um mundo mais feliz e o mais bonito possibilismo». É que Íñigo admite que os mais pequenos devem conhecer os lados negativos da vida, mas não será ele quem se os mostre. «Isso já o vêem todos os dias, por isso me tenho permitido a licença de transmitir alegria, amor e ternura».

Captar a atenção dos mais pequenos não é tarefa difícil para este escrivão nascido em Gijón em 1968 mas {afincado} desde muito jovem em Zaragoza, quem, usando a imaginação e a fantasia como armas, consegue superar as ameaças da era digital. E como não são só/sozinho os meninos os que abusam das tecnologias, Pequenas lindas princesas reúne a filhas, mães e avós em sua leitura com a finalidade de ajudar-los a pôr em comum sua visão sobre/em relação a as histórias que englobam os valores tradicionais dos contos, transmitindo assim alegria e esperança e, sobretudo, magia. Íñigo Íñiguez sorri quando afirma que o que gostaria de é que «as mães e as avós fizessem destas histórias lições inolvidáveis para as meninas».

Meninos e anciãos

Pode que a imaginação transbordante e o estilo de escritura adaptado aos mais pequenos os tenha adquirido graças à experiência pessoal, já que Íñiguez tem investido grande parte de sua vida em trabalhamos/trabalhámos com meninos com necessidades especiais, aos que tem intenção de dedicar-lhes um livro proximamente compilando suas vivências com eles. Mas com o que mais tem usufruído foi com o seu trabalho como monitor de animação numa lar da terceira idade: «Os meninos e a terceira idade foram minha vida. Quando {empecé} os voluntariados com os rapazes pensei que era o máximo mas, quando conheci aos avós... ¡{ostras}! ¡são os melhores! Tudo o bocado estávamos de risos», recorda Íñigo com carinho.

Pequenas lindas princesas, que se apresentou nesta semana por toda Espanha, se pode encontrar em livrarias extremenhas e, como não, na rede ({Fantasim} Express... esteve entre os dez mais vendidos em Amazon durante meses). Este novo trabalho, que está ilustrado por África {Oter} {Huélamo}, é o primeiro duma trilogia que o autor asturiano quer dedicar à infância. Fica esperar o nascimento dos outros dois.

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