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El Periódico Extremadura | Domingo, 26 de janeiro de 2020

Urbes desprotegidas

Só/sozinho o 17% das cidades europeias tem um plano completo para adaptar-se à crise climática e mitigar seu impacto social

V. R.
08/12/2019

 

Todo aponta a que a crise climática fará estragos no Mediterrâneo. Mesmo assim, as grandes cidades do sul de Europa são as menos preparadas para fazer frente ao que se {avecina}. A análise mais completo realizado até à data dos planos de ação climática de 885 cidades europeias revela que as cidades com altas taxas de desemprego, verões mais cálidos, próximas à costa e, portanto, com uma maior/velho exposição aos impactos climáticos, têm significativamente menos planos de ação climática.

O estudo, liderado a Universidade de {Twente} (Países Baixos), conclui que as zonas melhor preparadas para fazer frente à crise climática são as {metrópolis} de mais de 500.000 habitantes e as localidades do norte do continente. Os dados sugerem que a maioria das cidades europeias, nomeadamente um 66%, têm um plano para mitigar os efeitos da crise climática, já seja autónomo/trabalhador independente ou em sintonia com as políticas nacionais e/ou europeias. Só/sozinho um 17% das urbes europeias conta com um programa coordenado de adaptação e {mitigación} com o que fazer frente aos efeitos da emergência climática. No outro extremo, o 33% de carece de qualquer forma de plano.

Perdas incalculáveis

Enquanto, os eventos meteorológicos extremos deixam vão deixando rasto a seu passo pelo território. Por exemplo, colapsando e inundando cidades sem um esgoto adaptado. O Consórcio de Compensação de Seguro ({CCS}) estima que as últimas inundações vividas em Espanha, que afetaram especialmente as regiões de Alicante e Múrcia, provocaram umas perdas equivalentes a 445 milhões de euros. Esta gota fria teria sido o segundo sinistro mais caro na história recente de Espanha, depois das inundações do País Basco de 1983. «E isto só/sozinho é a ponta do {iceberg}», assegura Pedro Tomey, diretor-geral da Fundação {Aon} Espanha. «Estas cifras só/sozinho refletem a compensação económica dos elementos assegurados. Se temos em conta os danos humanos e imateriais as perdas ocasionadas pela crise climática seriam incalculáveis», acrescenta o perito.

O rasto dos fenómenos meteorológicos extremos vai muito para além de os danos que causa no momento. «Estas catástrofes naturais também afetam ao urbanismo, a produção agrícola, os recursos do território. Há zonas que ficam totalmente devastadas depois de/após uma trovoada e as pessoas se vê obrigada a reconstruir sua vida ou fugir», argumenta Tomey. Em Espanha, explica, as catástrofes climáticas mais ameaçantes chegam em forma de inundações, {desertización} e ondas de calor cada vez mais intensas e duradouras.

As mudanças

Os peritos situam às cidades como epicentros da mudança na luta contra a crise climática. O Pacto dos Presidentes da câmara municipal pelo Clima, por exemplo, já reúne a mais de 9.000 autoridades locais e regionais. Espanha a Itália destacam como os países com mais número de presidentes da câmara municipal aderidos ao convénio.

«É importante que todas as administrações locais se comprometam com medidas em favor da a sustentabilidade tanto/golo ecológica como social como, por exemplo, a limitação do trânsito para o controlo das emissões», argumenta {Agustí} {Amorós}, da consultora {AIS} {Group} quem, em colaboração com o Observatório da Sustentabilidade, lança um programa para que as Câmaras Municipais possam medir seu grau/curso universitário de cumprimento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, entre os quais destacam os que estão focados à sustentabilidade. «Agora mesmo necessitamos ir para além de as iniciativas pontuais e apostar em uma ação combina para fazer frente a este problema global», enfatiza.

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