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El Periódico Extremadura | Domingo, 25 de fevereiro de 2018

Uma maltratada: «{Llegué} ao tribunal/réu/julgado destroçada e saí imputada»

Seu ex-companheira, o agressor, lhe denunciou por uns arranhões

EL PERIÓDICO
13/02/2018

 

«{Llegué} ao tribunal/réu/julgado destroçada e suplicando ajuda e saí imputada e com uma ordem/disposição de afastamento sobre/em relação a meu bebé de 18 meses», assegura Isabel López, uma vítima de maltrato à que o tempo lhe deu a razão com a pena de seu agressor, mas lhe fica a angustia de «ter condenado a sua filha». Ele utilizou a estratégia da dobro denúncia e apresentou um parte de lesões contra ela por uns arranhões. A vítima, deu ontem uma conferência de imprensa, recebeu o apoio de diversas organizações de {defemsa} da mulher. «Se insiste em que devem denunciar e depois não recebem a resposta que esperam por parte dos tribunais», explicou Yolanda Besteiro, da Federação de Mulheres Progressistas.

Desde {Themis}, seu presidenta, {Amalia} Fernández, disse que em muitos tribunais/réus/julgados às mulheres se lhes pede «ir ao ponto» e se lhes obriga a «cingir seu relato à ultima agressão, o que diminui» que se avalie o contexto de violência. «Passamos do maltrato em casa, ao maltrato judicial; depois das ameaças e os golpes, {llegué} destroçada psíquica e fisicamente, com marcas de estrangulamento no pescoço», conta Isabel, que assinala que seu agressor apresentou uma denúncia contra ela por «diferentes arranhões», pelos que foi inicialmente imputada.

A Audiência Provincial de Madrid lhe absolveu a ela e condenou o passado Outubro ao agressor a dois anos e nove meses de cadeia, mas não tem entrado em prisão e mantém um regime de visitas relativamente a sua filha. «Essa mesma tarde na qual {declaré}, me obrigaram a entregar a minha menina com febre a o seu pai durante as férias de Páscoa e acabou ingressada num hospital em urgências ao que não podia ir; {deseé} que tivesse acabado nessa altura com minha vida», assinalou.

Isabel apresentou no registo do CGPJ «30 folhas com erros judiciais» de seu processo. Num escrito/documento de apoio, as associações pediram a retirada da juíza.

Não é a primeira ação. A diretora da Fundação Mulheres, Marisa Soleto, explicou que no mês passado se apresentou outra queixa no CGPJ contra o titular do tribunal de primeira minuta número 1 e de Violência sobre/em relação a a Mulher de {Sagunto}.

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