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Um {dron} e um aterragem de emergência agitam Barajas

A avaria de um avião teve em {vilo} a Madrid após valor baixo/sob/debaixo de sobre/em relação a o centro. O espaço aéreo esteve encerrado durante uma hora e meia por um engenho

 

Momento em que o avião de {Air} {Canada} toma terra numa operação de emergência, ontem. - JOSÉ LUIS ROCA

MANUEL VILASERÓ
04/02/2020

El aeropuerto de Adolfo Suárez {Madrid}-Barajas vivió ayer un día repleto de sobresaltos. Após ver-se obrigado a fechar de manhã durante uma hora e 35 minutos pela presença de um {dron}, um dos primeiros aviões que pôde empreender voo teve em {vilo} à população ao ser seguido/continuado ao minuto pelos meios de comunicação. Um Boeing de Air Canadá com destino a {Toronto} e 128 passageiros a bordo sofreu uma avaria ao descolar que lhe obrigou a regressar ativando o procedimento de emergência. Após quatro horas nas que esteve esvaziando combustível, tomou terra sem incidentes.

A jornada já tinha começado com problemas pela espessa nevoeiro que cobria as pistas. Pouco/bocado después do meio-dia, a situação piorou. Os pilotos de dois aeronaves diferentes avisaram ao centro de controlo da presença de um {dron}.

a companhia {Enaire} decretou de imediato o procedimento {Rate} 0 previsto para estes casos. Às 12.40 ficou fechado o espaço aéreo. As poucas aeronaves que não tinham outra opção puderam aterrar na pista mais distante da zona de {avistamiento} do {dron} e o resto, até 26, foram desviadas a Zaragoza, Valência, Barcelona e Alicante.

A sombra do acontecido no aeroporto de {Gatwick}, obrigado a fechar vários dias pela presença de {drones} nas Natal de 2018, planeou sobre/em relação a o pessoal de Barajas, mas a situação durou pouco/bocado. A inspeção realizada por agentes da Polícia Nacional e a Guardia Civil comprovou que o espaço aéreo estava limpo e o comité local de segurança deu via livre para reabrir às 14.15 horas. Os investigadores têm identificado a seis suspeitos na população de Paracuellos do Jarama, informa Juan José Fernández.

Quando a infraestrutura começava a recuperar a normalidade, pouco/bocado depois das três da tarde, o controlo recebeu a mensagem do comandante do voo {ACA837} Madrid- Toronto de Air Canadá. Acabava de descolar e solicitava a posta em marcha do procedimento de emergência por um erro no motor.

Os fragmentos do estouro duma roda afetaram a um dos dois motores. Não era um caso grave, dado que um Boeing 767-300 de Air Canadá está preparado para tomar terra nestas condições.

SEM DANOS GRAVES / Como estabelece o procedimento de emergência, o aparelho foi dirigido a uma zona despovoada na qual esteve durante quase quatro horas soltando e gastando combustível até alcançar o peso que se requer para o aterragem. Um caça {F-18} do Exército do Ar comprovou que não tinha danos graves e o aterragem se levou a cabo sem problemas.

O mais excecional do incidente foi que ao mudar a rota de descole, o Air Canadá cruzou o centro de Madrid a baixa altura, o que alarmou a numerosos cidadãos que {tuitearon} vídeos e fotos. «Isto, unido à situação criada pelo {dron} uma horas antes, gerou uma expectativa desmedida para um incidente que se dá com relativa frequência», apontaram fontes aeroportuárias.

El diretor de operações de {Enaire}, Xavier Benavent, recordou que «os aterragens de emergência são muito habituais, com mesmo mais dum por semana em Espanha, embora costumam passar despercebidos».