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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Solidariedade e coisas de {pijos}


07/01/2019

 

{Àngela} {Rafols} é daquelas pessoas que o mundo lhes fica pequeno, por isso sua cooperação não só/sozinho a verte em África, também nos campos de refugiados sarauís acolhendo meninos. E na Índia. No subcontinente asiático comprou no passado ano duas casas com umas amigas. «Os preços não são nem muito menos os de aqui», precisa. Não se trata de segundas residências. Nem sequer são habitações a seu nome. As proprietárias são mulheres indianas. ¿Porque é que? «Assim quando o marido as repudie não ficarão sem casa». O motivo de explicar isto é porque {Àngela} é uma das condecoradas com o número 37.142, o que se levou ontem o prémio Gorducho do sorteio do Menino. E, obviamente, «uma parte a {dedicaremos} à solidariedade», aponta. {Àngela} se passa ao plural porque não está só nisto, o seu marido, José Antonio González, a apoia {incondicionalmente}. E o prémio é dos dois. Não é em vão levam toda a vida juntos. Décadas nas que partilharam de tudo, mesmo outro prémio de lotaria. Faz muitos anos, tantos que só/sozinho recordam que era em pesetas. Foi também com o 37.142. É que o restaurante {Xamfrà} Gaudí, do qual são proprietários e cujo cauda de touro é mais que bom, levam 20 anos pagados ao número.

{Cosmin} {Rotariu} tem quinze anos e 200.000 euros inesperados no bolso. «O {compré} ontem [pelo sábado] com os 20 euros que {gané} na lotaria de Natal, {escogí} este, e ¡bingo¡», o contava {blandiendo} o décimo com entusiasmo transbordado enquanto saltava, o beijava e brincava. Coisas da inocência e inconsciência da idade.

{Rotariu} não sabe em que o investirá, mas tem claras dois coisas: o repartirá com a sua família (por amor ou por obrigação, pois o terá que receber o seu pai, ele é menor e não pode jogar) e quer comprar-se «um telemóvel novo e essas coisas que faz as pessoas {pija}».

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